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O recuo na produção industrial no Estado é refletido na demanda de transporte de cargas - Crédito: Alisson J. Silva

O setor de serviços em Minas Gerais apresentou um recuo de 1% em agosto em comparação com julho, na série com ajuste sazonal. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O gerente da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE, Rodrigo Lobo, destaca que o resultado negativo em agosto em relação a julho segue uma tendência que costuma ocorrer em todo o Brasil.

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“Pelo fato de julho ser mês de férias, a receita de empresas dos setores de hotelaria, restaurantes e transporte, por exemplo, acaba tendo um incremento (no período)”, avalia o profissional.

Os números do setor de serviços no Estado também são negativos quando se compara agosto de 2019 com o mesmo período do ano passado. Nessa base, a retração foi de 2%.

Acumulado – Apesar dessas duas reduções, os dados ainda são positivos quando a avaliação é feita tendo como base o acumulado do ano. De janeiro a agosto de 2019, o incremento do setor de serviços em Minas Gerais foi de 0,3%.

O mesmo se verifica no acumulado dos últimos 12 meses em relação a igual período do ano anterior, com variação positiva de 0,4%.

Segmentos – Quando se faz um recorte por atividades comparando agosto deste ano com o mesmo período de 2018, o destaque negativo fica por conta do setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios. A redução foi de 9,6%.

O gerente da Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE frisa que esse recuo está relacionado em grande parte à redução da produção de bens industriais, o que reflete em uma necessidade menor de utilização de transporte.

Os serviços de empresas prestados para outras empresas, como os de segurança e vigilância privada e transporte de valores, também têm sido cortados em algumas companhias, lembra o profissional, ajudando a puxar para baixo os números relacionados a esse índice.

“Essas áreas só vão aumentar o nível quando houver uma dinâmica de negócios mais sustentada na economia”, pondera Rodrigo Lobo.

Apesar dessa queda no segmento relacionado ao transporte, as outras quatro atividades, das cinco pesquisadas, apresentaram incremento na comparação entre agosto deste ano com o mesmo período de 2018.

Os serviços de informação e comunicação registraram alta de 3,4%, serviços profissionais, administrativos e complementares de 2,8%, outros serviços de 1,2% e, por fim, serviços prestados às famílias cresceram 0,6%.

Já na variação acumulada do ano, o setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios teve queda de 6,1% em comparação a igual período de 2018. Retração também foi verificada nos serviços prestados às famílias, de 0,4%.

Já as categorias outros serviços, serviços profissionais, administrativos e complementares e serviços de informação e comunicação tiveram alta de 20,8%, 3,9% e 2,6%, respectivamente.

“O setor de serviços tem mostrado algum tipo de dificuldade de recuperação ao longo do ano, embora alguns segmentos ainda permaneçam bons”, conclui Rodrigo Lobo.

Brasil tem quinta retração no ano

Rio de Janeiro – O setor de serviços recuou 0,2% em agosto e chegou ao seu quinto resultado negativo do ano, informou, na sexta-feira (11), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em divulgação de sua pesquisa mensal. A queda no setor de transportes foi uma das principais causas do recuo na comparação entre julho e agosto de 2019, mas também na análise frente ao mesmo período do ano passado, já que esse item representa 30% dos serviços.

“Transportes estão em queda em todas as comparações, incluindo os índices acumulados no ano e em 12 meses. Sua grande aderência com a atividade industrial explica esse comportamento”, disse o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

O IBGE viu a variação de agosto como moderada, mas ressaltou as quedas do setor em 2019. “As cinco taxas negativas foram mais intensas do que as positivas, fazendo o setor de serviços ficar 1,5% abaixo do nível de dezembro de 2018”, acrescentou Lobo.

O segmento de transportes registrou queda de 0,9% em agosto deste ano. Na comparação com agosto de 2018, teve recuo de 7,9%. No mesmo período, o setor retraiu em 20 das 27 unidades da federação.

Outro fator que definiu as quedas na comparação entre um ano e outro foram os números negativos em serviços profissionais, administrativos e complementares. Em agosto de 2019, o setor registrou -2,6%.

No acumulado de 2019, os serviços avançaram 0,5%, mas com perda de dinamismo frente aos primeiros sete meses de 2019 (0,8%), informou o IBGE.

Mais duas atividades pesquisadas pelo IBGE em agosto de 2019 registraram números negativos: serviços prestados às famílias (-1,7%) e outros serviços (-2,7%).

O IBGE ainda informou que o índice de atividades turísticas caiu 4,2% frente ao mês anterior, após alta de 0,2% em julho. Na comparação com agosto de 2018, a atividade recuou 2,9%.

Os principais fatores que definiram os rumos da atividade turística em agosto foram a queda de receita das empresas de transporte aéreo e os registros positivos nos segmentos de locação de automóveis e de hotéis. (Folhapress)

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