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Setor de serviços cresce 0,6% no Estado em outubro

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Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC
Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC

Daniel Vilela

O setor de serviços em Minas Gerais apresentou, em outubro, um avanço de 0,6% em relação a setembro deste ano, segundo informativo publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Outubro foi o sexto mês consecutivo de alta no setor de serviços do Estado, porém, nos últimos 12 meses, a variação negativa foi de 6,3%. Desde o início do ano, apenas a atividade de serviços profissionais, administrativos e complementares identificou resultados positivos.

No Brasil, o crescimento no setor de serviços foi de 1,7% entre setembro e outubro de 2020. Neste mesmo período, a Bahia foi a unidade que apresentou maior alta, alcançando uma variação positiva de 10,8 pontos percentuais. Mesmo assim, o volume de serviços no Brasil ainda está 16,6% abaixo do recorde histórico, alcançado em novembro de 2014, e 6,1% abaixo de fevereiro de 2020, mês que antecedeu o lockdown.

Segundo os dados do IBGE, em Minas Gerais, o avanço de 0,6% no setor de serviços em outubro marcou o sexto mês seguido de crescimento, mas os resultados alcançados nessa série ainda não são suficientes para reverter as perdas acumuladas desde o início da pandemia. Em comparação com outubro de 2019, Minas apresentou um recuo de 4,2%. Já no acumulado de janeiro a outubro de 2020, a queda no volume de serviços foi de 7,5%.

De acordo com a supervisora de pesquisas econômicas do IBGE em Minas Gerais, Cláudia Pinelli, mesmo com os dados positivos, o crescimento do setor de serviços no Estado não se mantém sustentável. “Houve uma recuperação inicial por parte dos estabelecimentos que estavam fechados por causa da Covid-19, mas essa recuperação não está se mantendo”, relata. A especialista lembra que o resultado de outubro foi menor do que o alcançado em setembro, que foi de 1,5% em relação a agosto deste ano.

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Em comparação com outubro de 2019, os resultados por atividades em Minas Gerais apresentaram variações negativas em quatro das cinco atividades investigadas. Apenas a atividade de serviço de informação e comunicação apresentou resultado positivo, com um ganho de 0,8%. Mesmo assim, essa atividade acumula perdas desde o início do ano.

Já os serviços prestados às famílias (-24,7%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios (-4,2%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-2,5%) e outros serviços (-3,9%) registraram perdas. Na variação acumulada no ano, somente a atividade de serviços profissionais, administrativos e complementares (1,6%) apresentou ganhos.

Cláudia Pinelli explica que os serviços prestados às famílias sofreram impactos tanto com o fechamento do comércio, quanto com a diminuição do poder aquisitivo das famílias. “Esse setor de lazer, restaurantes, cinemas e hotéis ainda está sendo muito afetado pela pandemia”, pontuou.

Segundo a supervisora de pesquisas econômicas do IBGE em Minas Gerais, a atividade de serviços profissionais, administrativos e complementares sofre menos com os efeitos da pandemia por estar diretamente ligada à indústria, que vem retomando suas atividades em nível mais acelerado.

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