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Situação piora e setor de transportes pode ter colapso

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Crédito: Paulo Whitaker/Reuters

pandemia do novo coronavírus (Covid-19) trouxe uma série de desafios para vários segmentos, e não é diferente com o de transporte.

Em meio à crise atual, o setor tem enfrentado uma série de adversidades que comprometem o trabalho dos profissionais, conforme destaca o presidente da Federação das Cooperativas de Transporte do Estado de Minas Gerais (Fetranscoop) e conselheiro do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg), Evaldo Matos, que já fala em um possível colapso do sistema.

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“A atual crise e seus desdobramentos têm imposto diversas dificuldades para que os transportadores continuem operando seus trabalhos, tais como impossibilidade de aquisição de peças de manutenção, fechamento de restaurantes, pontos de apoio para banho, além de dificuldades para resolver questões junto aos Detrans, chegando ao ponto de dificuldades de aquisição de materiais de segurança sanitária, tais como álcool em gel, máscaras, entre outros, o que pode levar ao colapso do sistema”, diz.

De acordo com Evaldo Matos, o sistema OCB vem apresentando uma série de propostas para minimizar os efeitos da crise, que já foram levadas aos poderes Executivo e Legislativo. Entre elas está a estruturação de pontos de apoio para os caminhoneiros nas estradas, com locais para banho e alimentação.

Todos esses desafios vêm em um momento em que o segmento viu alguns números aumentarem bastante. Com a pandemia do novo coronavírus, segundo Evaldo Matos, houve um incremento, por exemplo, de 20% nas demandas de transporte de itens de primeira necessidade.

Além da necessidade maior de transporte de produtos hospitalares, os alimentícios também estiveram mais em alta. Evaldo Matos credita a situação à corrida aos supermercados, já que muitas pessoas sentiram a necessidade de estocar alimentos.

A demanda de transporte por produtos comprados pela internet, por sua vez, aumentou cerca de 15%, de acordo com Evaldo Matos. Por outro lado, outros segmentos fizeram com que a redução global do transporte por caminhões fosse de aproximadamente 26%.

Setor mais afetado – Conforme ressalta Evaldo Matos, o setor mais afetado com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) é o de cooperativismo de transporte de passageiros, com as recomendações de que as pessoas fiquem em casa.

“Os serviços estão reduzidos, tais como o táxi, o transporte coletivo, e, em alguns casos, totalmente parados, como o caso do transporte escolar e o turístico”, salienta ele.

Dados do segmento – Segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), as cooperativas de transporte de cargas no País têm, hoje, 25 mil veículos. O Brasil conta com 1.365 cooperativas de transporte de passageiros e de carga, sendo que 155 estão localizadas em Minas Gerais. No ano passado, as cooperativas somaram cerca de R$ 4 bilhões em faturamento.

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