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Supermercados registram alta de 3,88% nas vendas em Minas

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A Amis prevê crescimento de 4,20% nas vendas dos supermercados mineiros neste ano, impulsionado pelo consumo | Crédito: REUTERS/Pilar Olivares
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As redes de supermercados em Minas Gerais fecharam o primeiro semestre com um crescimento de 3,88% nas vendas em relação ao mesmo intervalo do ano passado.  Os dados são da pesquisa Termômetro de Vendas, divulgada ontem pela Associação Mineira de Supermercados (Amis). Na comparação de junho com igual mês de 2020, foi apurado incremento de 2,60%.

“Os resultados do primeiro semestre mostram que deveremos fechar o ano com bons rendimentos. Em 2020, os dois primeiros meses do ano passado foram dentro da normalidade, neste ano tivemos um pico porque os consumidores procuraram os supermercados para fazer estoque, o que pedimos para não ser feito e isso acabou sendo normalizado com o passar dos meses”, explica o presidente-executivo da Amis, Antônio Claret Nametala.  

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Em relação a maio, o setor apresentou retração nas vendas, com desempenho negativo de 1,50%.  Claret avalia que a retração em junho mostra que diversos fatores impactaram o setor como o desemprego e a redução do auxílio emergencial. “Além disso, os empresários tiveram que lidar com os decretos municipais restringindo o funcionamento dos supermercados, com o fechamento em determinados dias ou a redução de horário. Outro fator que gera bastante diferença é o calendário, como junho é de 30 dias, teve quatro fins de semana, enquanto maio (31 dias) teve cinco fins de semana”, detalha Claret.

Na avaliação por região, no acumulado do semestre, o maior resultado positivo ocorreu na região Central do Estado, com 6,94%. A maior retração foi verificada no Centro-Oeste, com -2,15%.  Em junho sobre maio, o melhor desempenho (+1,06%) ocorreu  no Centro-Oeste, o que mostra uma recuperação da região.  A maior retração no mês ocorreu no Sul (- 4,89%), uma surpresa para a Amis. “Foi uma região do Estado que mais sofreu com os decretos municipais, que restringiram o funcionamento do setor por motivo da pandemia. Por causa disso, observamos que muitos clientes ficaram prejudicados, porque não tinham acesso às vendas on-line nem às entregas devido a pouca renda ou dificuldade de acesso a internet”, pontua o presidente da Amis.

Claret esclarece que apesar das restrições vividas em algumas regiões do Estado, no primeiro semestre, o setor não teve nenhuma ocorrência em relação à falta de produtos para o atendimento aos clientes durante os picos da crise pandêmica. “A diferença que tivemos foi a busca maior por produtos básicos como arroz, feijão, óleo, que no início da Covid-19 tiveram grandes aumentos e agora estão começando a ter uma queda”, complementa.   

Novas lojas e empregos

No primeiro semestre, a Amis registrou a abertura de 29 novas lojas em todo o Estado, gerando 3.150 empregos diretos. A expectativa é de que o setor feche o ano com 70 novos supermercados em Minas Gerais, totalizando 7.300 empregados até o fim de 2021. “A partir do segundo semestre os números melhoram ainda mais e acredito que podemos superar essa meta de novas unidades, além de geração de empregos, o que resulta em mais consumo”, avalia Claret.

O resultado do setor no semestre está alinhado com as projeções feitas pela Amis no início do ano, que é de um crescimento de 4,20% para todo o exercício. Segundo a Amis, esse desempenho sobre o mesmo período de 2020 mostra que, mesmo com os altos custos tanto de produtos quanto de operação de lojas, o setor vem se sobressaindo bem à pandemia.  “O aumento da confiança dos empresários e consumidores em um cenário de recuperação da economia, especialmente, com o avanço da vacinação está acelerando o saldo positivo para o setor que conseguiu atender a população dentro da normalidade durante os grandes picos da pandemia”, salienta Claret.

Antônio Claret avalia como positiva a abertura gradual de outros segmentos da economia que também afeta as vendas nos supermercados. “Movimenta a economia do País, gerando renda para os consumidores, emprego, atendendo as necessidades de um consumidor com necessidades e desejos de compras de  outros itens de consumo”, pontua.

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