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Usiminas eleva em 50% valor de aporte para reformar alto-forno 3

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Crédito: Alexandre Mota/Reuters

A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. (Usiminas) fez uma revisão do valor do investimento para a reforma do alto-forno 3 da Usina de Ipatinga, no Vale do Aço. A previsão agora é de R$ 1,858 bilhão até 2023, o que representa um aumento de 50,5% em relação ao que foi divulgado em maio do ano passado (R$ 1,234 bilhão).

De acordo com o comunicado da companhia ao mercado, são três os motivos para o incremento. Além da ampliação no escopo do projeto, a empresa cita também a “expressiva desvalorização cambial acumulada desde sua aprovação” e “incremento significativo no custo de materiais e serviços necessários à sua execução”.

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Ainda segundo a Usiminas, o alto-forno 3, cuja capacidade de produção é de 2,4 milhões de toneladas anuais, permanecerá em operação normal até a metade de 2022, quando a reforma terá início.

Vale lembrar que a companhia religou o alto-forno 1 no último mês de agosto. A desativação ocorreu em abril, em meio aos reflexos da pandemia da Covid-19. A ação, segundo falou o presidente da empresa, Sergio Leite, ao DIÁRIO DO COMÉRCIO, em outubro, já era uma sinalização/celebração do reaquecimento econômico, que se confirmou nos meses posteriores.

Tanto é que, no último trimestre, de julho a setembro, a companhia apresentou um lucro líquido de R$ 198 milhões, revertendo os prejuízos observados em igual período do ano passado e no segundo trimestre deste ano (R$ 139 milhões e R$ 395 milhões, respectivamente).

Por sua vez, a reativação do alto-forno 2, que também foi desativado em abril, ainda é algo incerto. Leite informou, em outubro, ao DIÁRIO DO COMÉRCIO, que a tomada de decisão sobre o retorno ou não desse Alto Forno deverá ocorrer no primeiro trimestre de 2021.

Segundo ele, essa volta depende basicamente da expansão do consumo aparente de aço, e as perspectivas apontam para esse avanço, avaliou.

Mercado – Números da companhia revelam, inclusive, esse incremento no mercado de aço. Para se ter uma ideia, as vendas do produto somaram 934 mil toneladas no terceiro trimestre. O resultado mostra um avanço de 54% quando se observa o trimestre anterior (608 mil toneladas).

Nesse cenário, a receita líquida da Usiminas, no terceiro trimestre deste ano, totalizou R$ 4,4 bilhões. O número revela um aumento de 80% em relação ao segundo trimestre deste ano. Já na comparação com igual período do ano passado, a expansão verificada é de 14%.

Somente no mês de outubro, a empresa registrou uma produção total de laminados de 370,5 mil toneladas. Trata-se do maior volume observado desde o mês de março, quando a pandemia da Covid-19 se intensificou no País. Além disso, o resultado está 3,3% acima da média observada no primeiro trimestre deste ano e 9,4% acima da média verificada em 2019.

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