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Vendas do comércio avançam pelo 5º mês seguido no País

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Crédito: Pedro Gontijo / Imprensa MG

São Paulo/Rio de Janeiro – O setor varejista brasileiro seguiu em recuperação em setembro com aumento das vendas pelo quinto mês seguido, porém mostrando desaceleração, em um movimento de acomodação após forte retomada das perdas provocadas pela pandemia de coronavírus.

As vendas do comércio varejista tiveram alta de 0,6% em setembro sobre o mês anterior, de acordo com os dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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As vendas no varejo no Brasil foram alavancadas, nos últimos meses, pelo auxílio emergencial do governo, bem como pelo relaxamento das medidas de contenção à pandemia. Os juros em mínimas recordes também ajudam o movimento.

Entretanto, desde que retornou ao nível pré-pandemia de coronavírus em junho, o setor vem mostrando perda de força nas vendas – foram altas de 3,1% em agosto, 4,7% em julho, 8,7% em junho e 12,2% em maio.

“O comércio tem sido cada vez menos impactado pela Covid-19 e a economia tem uma trajetória que começa a se assemelhar ao comportamento pré-pandemia”, disse o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

“(Ainda) tem outros pontos como o auxílio emergencial menor em setembro. A desaceleração é natural e representa uma acomodação”, completou.

As vendas encerraram assim o terceiro trimestre com ganho de 17,2% sobre os três meses anteriores, um recorde da série histórica iniciada em 2000. Isso após contrações de 1,9% no primeiro e de 8,5% no segundo trimestre.

“Foi um trimestre muito forte, que repôs perdas impostas pela pandemia e levando o comércio ao maior patamar da série”, afirmou Santos.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, as vendas cresceram 7,3% e registram estabilidade no acumulado do ano, após seis meses em campo negativo.

Segmentos – O IBGE explicou que, em setembro, das oito atividades pesquisadas, cinco tiveram taxas positivas na comparação com agosto: Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria (8,9%); Combustíveis e lubrificantes (3,1%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,1%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (1,1%); e Móveis e eletrodomésticos (1,0%).

Na outra ponta, as perdas foram registradas por Tecidos, vestuário e calçados (-2,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%).

De acordo com o IBGE, as vendas em supermercados vêm sendo impactadas pela inflação dos alimentos. Em setembro, o grupo alimentação e bebidas registrou aumento de preços de 2,28%, segundo os dados do IPCA. (Reuters)

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