COTAÇÃO DE 26/01/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,3259

VENDA: R$5,3269

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3600

VENDA: R$5,4870

EURO

COMPRA: R$6,5530

VENDA: R$6,5554

OURO NY

U$1.850,93Pg�

OURO BM&F (g)

R$320,58 (g)

BOVESPA

-0,78

POUPANÇA

0,1159%%

OFERECIMENTO

Mercantil do Brasil - ADS

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Especial Juntos Pelas Empresas De Minas

Seminário do DC debate ambiente melhor no Estado para os negócios

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

A primeira edição do seminário on-line #JuntospelasEmpresasdeMinas, promovido pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO, em parceria com o Instituto Capitalismo Consciente Brasil e as empresas Legacy4Business e Business Tomorrow, teve início ontem.

O objetivo do webinar é fornecer subsídios para promover reflexões sobre como podemos construir negócios melhores para uma sociedade melhor. Os painéis foram distribuídos em três trilhas de conhecimentos: “Inspirar e Propagar”; “Realizar e Transformar” e “Propósito e Legado”. O convidado especial para o painel de abertura foi o vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant.

Para Brant, confesso adepto do liberalismo econômico, a grave crise trazida pelo espalhamento do novo coronavírus pelo mundo impõe importantes reflexões – que já eram prementes e agora se tornaram urgentes e inevitáveis. Uma delas é a redefinição do papel do Estado para garantir o bem-estar e segurança da população, especialmente dos mais vulneráveis.

“Vivemos um momento singular, que nos coloca à prova. Precisamos ter claro que o ponto em que estávamos antes da pandemia se perdeu, temos que buscar outra referência. É hora de a gente ratificar nossos fundamentos, valores e princípios e, de outro lado, abrirmos o pensamento para novas ideias. É uma chance de ouro construirmos um novo País. Sou um liberal, mas isso não significa falta de governo. Os governos são fundamentais. Temos que resgatar a ligação entre a sociedade e a política. É preciso um governo melhor que temos no sentido amplo. Há uma série de agendas que tratam de bens públicos que é o governo que tem que cuidar”, pontuou Brant.

O primeiro painel teve como tema “O Capitalismo Consciente e o Novo Normal nos Negócios”. Participaram o chairman do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, Hugo Bethlem; o diretor-geral do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, Dario Neto, e, como mediadora, a embaixadora e líder do Chapter MG do Capitalismo Consciente Brasil e diretora da Legacy4Business, Francine Pena Póvoa.

Associação oficial – Na abertura, a presidente e diretora Editorial do DIÁRIO DO COMÉRCIO, Adriana Muls, anunciou a associação oficial do DIÁRIO DO COMÉRCIO ao Instituto Capitalismo Consciente Brasil.

“Desde a sua fundação, o Jornal busca contribuir para o desenvolvimento do Estado. Hoje, em um momento de tanta complexidade, entendemos que também precisamos fazer diferente, um jornalismo propositivo e transformador. E é dentro desse princípio que norteamos a nossa cobertura ao longo dessa crise. A ideia do seminário vem com o objetivo de promover reflexões sobre como podemos produzir negócios diferentes. A crise nos convida a pensar em como podemos sair diferentes, sem deixar ninguém para trás. Cabe a nós construir um novo mundo e podemos começar por Minas Gerais”, avaliou Adriana Muls.

A construção de um capitalismo consciente, responsável, na visão dos painelistas, está ligada à educação e à percepção de que ser consciente também fomenta negócios.

“Existimos para ajudar a transformar o jeito de fazer investimentos e negócios no Brasil. Para isso, precisamos multiplicar os pilares humanos, ético e responsável para diminuir a desigualdade. Cabe aos gestores privados incentivarmos a gestão pública a fazer esse trabalho. Acredito que quem você é nos seus piores momentos nem sempre é o mesmo nos melhores momentos. Valores não são testados nos bons momentos. O papel do líder é reduzir a ansiedade das pessoas, mostrando que estamos todos juntos. Não sabemos quando chegaremos ao fim da crise, mas esse é um momento fundamental para revermos nossos modelos de negócios”, afirmou Bethlem.

Em um cenário em que grande parte das empresas nacionais é classificada como pequenas ou micro, falar em responsabilidade em um contexto que, a despeito da crise mundial, já enfrenta falta de qualificação empresarial, grande burocracia e dificuldade extrema no acesso ao crédito, é um grande desafio.

“Vale a pena voltar na máxima que é o ‘exemplo que arrasta’. O melhor jeito de explicar o conceito e como o Capitalismo Consciente funciona é mostrar que quem faz o bem, se dá bem. Achar os exemplos locais. Falar da prosperidade, do êxito econômico do negócio. Mostrar na prática como o trato com os formadores da cadeia de valor é o melhor jeito de prosperar. E isso é fundamental porque são essas empresas que fazem a economia girar”, completou Dario Neto.

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

VEJA TAMBÉM

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!

FIQUE POR DENTRO DE TUDO !

Não saia antes de se cadastrar e receber nosso conteúdo por e-mail diariamente