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Ibovespa avança quase 14% após trégua no mercado

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Ibovespa cai e atinge menor nível em 2020
Crédito: REUTERS/Paulo Whitaker

São Paulo – O Ibovespa disparou quase 14% na sexta-feira (13), com medidas de bancos centrais e governos dando uma trégua no caos recente nas bolsas globais por causa da pandemia de coronavírus, mas ainda assim teve a pior performance semanal em mais de uma década.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 13,91%, a 82.677,91 pontos, maior alta desde 13 de outubro de 2008. Na máxima, chegou a 83.757,51 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 42,385 bilhões.
Na semana, contudo, o Ibovespa acumulou queda de 15,6%, pior resultado desde a semana encerrada em 10 de outubro de 2008, e que fez ampliar a perda em 2020 para 28,5%.

Na quinta-feira, em pregão marcado por dois circuit breakers, o Ibovespa fechou em queda de 15,15%, maior baixa desde setembro de 1998, ano marcado pela crise financeira russa. O tombo só não foi maior porque o Fed de Nova York anunciou injeção maciça de recursos no sistema financeiro.

Agentes financeiros consideraram a valorização dos papéis na sessão uma recuperação técnica, após o comportamento caótico da quinta-feira. Na B3, o mecanismo de circuit breaker foi acionado quatro vezes nesta semana, sendo duas vezes apenas na quinta-feira – o que não acontecia desde 2008.

“O mercado vai entrando no modo pânico conforme ficou claro que o contágio do coronavírus teria um impacto real na atividade econômica, nas empresas, o mercado ficou muito estressado”, observou Gustavo Aranha, sócio e diretor de distribuição da GEO Capital.

Além do coronavírus, declarado pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na quarta-feira, também uma guerra nos preços do petróleo, com a Arábia Saudita anunciando aumento na produção e corte nos preços, derrubou as cotações da commodity no começo da semana e adicionou ainda mais dúvidas ao cenário.

“O mercado fica sem referências de preços”, acrescentou Aranha, citando que ainda é difícil avaliar se os ativos atingiram o piso. “Mas, conforme as respostas de governos e BCs forem melhorando, ficando maiores, a volatilidade pode diminuir e os mercados podem voltar ao caminho da racionalidade”.

Após a ação do Federal Reserve de Nova York na quinta-feira, vários bancos centrais anunciaram na sexta-feira estímulos e medidas para tentar atenuar os efeitos da pandemia, entre eles o Banco do Japão e o Banco do Povo da China.

Em Wall Street, o S&P 500 fechou em alta de 9,3%, mas acumulou queda de 8,79% na semana.

Estados Unidos – Na parte da tarde, o presidente Donald Trump fortaleceu a alta dos mercados ao declarar emergência nacional nos EUA devido ao rápido crescimento do coronavírus, abrindo a porta para fornecer cerca de US$ 50 bilhões em ajuda federal para combater a doença.

“Tem sido um período muito difícil. A crise tem como origem um elemento inusitado, amplo e de forte impacto psicológico. Uma combinação explosiva para os corações, mentes e preços dos ativos”, avaliou o estrategista Odair Abate, da Panamby Capital.

“Os preços estão muito atrativos (teoricamente). A questão passa a ser: qual o tamanho da recessão que virá ou que pode vir? Difícil dizer, pra falar o mínimo. Pensando em médio e longo prazos, temos uma oportunidade de compra. Pensando em curto prazo, novas oscilações (quedas) podem acontecer”.

Até a quinta-feira, o valor de mercado das empresas listadas na bolsa paulista havia caído em R$ 1,52 trilhão, para R$ 3,03 trilhões, segundo dados da Economática. Apenas no dia 12, a perda foi de R$ 489,2 bilhões, a maior da história.

A turbulência global também manteve o ritmo de vendas de estrangeiros do mercado secundário doméstico, com as saídas em março alcançando R$ 12,5 bilhões até 11 de março, dado mais recente disponibilizado pela B3. No ano, o saldo está negativo em R$ 52,6 bilhões. (Reuters)

Dólar crava novo recorde histórico no País

São Paulo – O dólar fechou em forte alta na sexta-feira (13), cravando novo recorde histórico para um término de sessão, acima de R$ 4,81, acompanhando mais um dia de fortalecimento da moeda no exterior depois de os Estados Unidos declararem emergência nacional por causa do coronavírus.

A valorização representou uma sensível virada em relação ao movimento do começo do pregão, quando a divisa chegou a cair quase 3%, em ajuste inicial depois de, na quinta-feira, chegar a superar a barreira psicológica dos R$ 5 pela primeira vez.

No fechamento do mercado interbancário, o dólar subiu 0,57%, a R$ 4,8128 na venda, nova máxima recorde. Na máxima, alcançada às 16h36, a moeda foi a R$ 4,882 (+2,01%), enquanto na mínima, atingida às 10h30, desceu a R$ 4,6437 na venda, queda de 2,97%.

Na semana, o dólar saltou 3,85%, a quarta alta consecutiva de ganhos e mais forte para uma semana desde novembro de 2019.

Em março, a moeda ganha 7,40% e dispara 19,93% no acumulado de 2020. O real tem o segundo pior desempenho global neste ano, melhor apenas que o peso colombiano, que perde 18,3%. (Reuters)

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