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Crédito: REUTERS/Washington Alves

São Paulo – Analistas do Morgan Stanley elevaram a recomendação dos papéis da Vale negociados em Nova York para overweight de equal-weight anteriormente, defendendo que as ações estão “muito baratas para ignorar”, de acordo com relatório a clientes dessa terça-feira (3).

“Nós estimamos que as ações da Vale agora descontam totalmente todos os passivos potenciais relacionados ao colapso da barragem de Brumadinho”, afirma o relatório assinado por Carlos De Alba, Eduardo R. Bordalo e Jens Spiess.

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Eles também citaram expectativa de forte geração de fluxo de caixa e melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) entre os fatores para a melhora na recomendação, além da previsão de retomada dos dividendos no segundo semestre do ano.

A equipe do Morgan Stanley ainda restabeleceu preço-alvo para os American Depositary Receipts (ADRs) da mineradora em US$ 13,50, citando um cenário-base em que a Vale pagaria US$ 7 bilhões relacionados aos desastres de Brumadinho e da Samarco entre 2020 e 2022.

Na segunda-feira, os ADRs da Vale fecharam a US$ 10,27. No Brasil, as ações ordinárias da companhia terminaram a segunda-feira negociadas a R$ 46,36.

Em 2019, a mineradora teve prejuízo líquido de US$ 1,68 bilhão, ante lucro líquido de US$ 6,86 bilhões em 2018, diante principalmente de provisões e despesas relacionadas ao desastre em Brumadinho e na joint-venture Samarco.

Em teleconferência sobre os resultados, a Vale disse que poderá realizar uma provisão adicional de US$ 1 bilhão a US$ 2 bilhões relacionada a Brumadinho.

Na ocasião, executivos da companhia também afirmaram que a Vale está trabalhando para retomada de pagamentos de dividendos, suspensos na sequência do rompimento da barragem em Brumadinho, e que há consenso de que a política de remuneração aos acionistas, quando retomada, manterá os moldes anteriores. (Reuters)

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