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Segundo o CEO Imperative Study 2019, realizado pela EY, mais de dois terços (67%) dos CEOs das maiores empresas do mundo afirmam que devem assumir, nos próximos cinco a dez anos, posicionamentos públicos sobre questões politicamente complexas relacionadas a desafios globais, como segurança cibernética, desigualdade de renda e desemprego relacionado a transformações tecnológicas. A pesquisa contou com a participação de aproximadamente 200 CEOs globais e 100 diretores independentes, além de 100 investidores institucionais de empresas multinacionais com pelo menos US $ 100 bilhões em ativos sob gestão.

De acordo com a pesquisa, 57% dos CEOs, 63% dos diretores e 54% dos investidores acreditam que para as grandes empresas é mais interessante que os CEOs assumam um papel mais ativo nos desafios globais e que 76% dos diretores e 79% dos investidores provavelmente apoiariam a decisão do CEO. Além disso, a maioria dos CEOs (57%) veem mais oportunidades do que riscos em enfrentar os desafios globais e quase metade dos conselheiros (49%) e investidores (42%) apoiam essa visão.

Para o CEO da EY Brasil, Luiz Sergio Vieira, o papel do CEO deve se expandir para além dos objetivos relacionados aos negócios tradicionais se as empresas quiserem ampliar seus negócios, já que estamos em um mundo em constante transformação. “A maioria dos investidores e membros do conselho – assim como os clientes – esperam que os CEOs desempenhem um papel maior na abordagem dos desafios globais, tornando-se um imperativo de crescimento”, afirma Vieira.

Além disso, 60% dos investidores relatam apoiar investimentos de longo prazo para enfrentar desafios globais, mesmo quando o desempenho de curto prazo pode ser reduzido. A postura e as ações das empresas em desafios globais é um critério de investimento cada vez mais importante, com mais da metade (55%) afirmando que o ativismo de CEOs tem sido frequente, enquanto 35% dos investidores afirmam que os desafios globais têm sido ocasionalmente levados em consideração para decisões de financiamento nos últimos dois anos. Entretanto, 83% dos investidores dizem que as ações corporativas em desafios globais se tornarão um dos fatores mais importante nas tomadas de decisões nos próximos cinco anos.

O estudo conclui que tanto os CEOs quanto diretores e investidores reconhecem que têm um papel fundamental junto com o setor público na abordagem de desafios sociais em busca de crescimento sustentável.

A EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria e está presente em mais de 150 países. No Brasil, conta um time de 5 mil profissionais e escritórios em 12 cidades. (Da Redação)