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Canetas emagrecedoras: Anvisa explica a diferença entre medicamentos autorizados e falsificados

Com alta na procura por canetas emagrecedoras, agência orienta consumidores sobre as diferenças entre os produtos e os riscos do uso irregular
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Canetas emagrecedoras: Anvisa explica a diferença entre medicamentos autorizados e falsificados
Foto: Reprodução/Adobe Stock

O crescimento da procura por medicamentos análogos ao GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, tem ampliado as dúvidas dos consumidores sobre a origem e a regularidade desses produtos. Para orientar a população, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclareceu as diferenças entre medicamentos autorizados, falsificados, experimentais e importados irregularmente.

Segundo a agência, conhecer essas classificações é importante para que pacientes façam escolhas mais seguras e evitem produtos sem comprovação de qualidade, segurança e eficácia.

O que é um medicamento autorizado?

De acordo com a Anvisa, um medicamento autorizado é aquele que possui registro sanitário ou outra forma válida de regularização concedida pela agência.

Isso significa que o produto passou por todas as etapas exigidas para comprovar sua qualidade, segurança e eficácia, estando apto para ser fabricado, importado, distribuído, comercializado e utilizado nas condições aprovadas.

O que caracteriza um medicamento falsificado?

Medicamentos falsificados são aqueles que tiveram identidade, composição, origem, embalagem, rotulagem ou qualquer outra característica adulterada ou fraudada para enganar consumidores e profissionais de saúde.

A Anvisa alerta que esses produtos representam um grave risco à saúde, pois podem conter substâncias diferentes das informadas, concentrações inadequadas ou até mesmo não possuir o princípio ativo esperado.

O que é um medicamento experimental?

Também chamado de medicamento investigacional, o medicamento experimental é utilizado exclusivamente em pesquisas clínicas previamente autorizadas.

Nessa etapa, o produto ainda está sendo avaliado para reunir evidências científicas sobre sua segurança, eficácia e qualidade. Somente após a conclusão dos estudos é que os dados podem subsidiar um pedido de registro junto à Anvisa.

Enquanto permanece em investigação, o medicamento não pode ser comercializado.

O que é um medicamento importado irregularmente?

A Anvisa define como medicamento importado irregularmente o que entra no Brasil sem cumprir os requisitos sanitários e regulatórios exigidos pela legislação.

Isso ocorre, por exemplo, quando o produto é importado sem registro, autorização, licença ou outra condição obrigatória prevista pela agência.

Nesses casos, não há garantia de que o medicamento atenda aos padrões de qualidade, segurança e eficácia exigidos para sua comercialização e uso no País.

Agência orienta consumidores

Diante do aumento da circulação de medicamentos comercializados por canais não autorizados, especialmente produtos para emagrecimento, a Anvisa recomenda que os consumidores verifiquem sempre se o medicamento possui regularização junto à agência e evitem adquirir produtos de origem desconhecida ou sem garantia de procedência.

Segundo a autarquia, o uso de medicamentos irregulares pode colocar a saúde em risco e comprometer a eficácia do tratamento.

Com informações da Anvisa.

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