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Créditos: Agência Brasil

Brasília – A arrecadação do governo federal registrou alta real de 5,36% em fevereiro, sobre igual período do ano passado, atingindo o patamar recorde de R$ 115,062 bilhões, ajudada pelo forte crescimento de impostos recolhidos de empresas no período.

Com isso, a arrecadação voltou a crescer após três meses de queda, no desempenho mais forte para o mês da série disponibilizada em apresentação da Receita Federal, com início em 2007.

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O dado também veio um pouco acima da estimativa de R$ 114 bilhões apontada em pesquisa da Reuters junto a analistas.

No mês, a arrecadação com Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)/Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) teve alta de 37,45% sobre fevereiro do ano passado, em um acréscimo de R$ 5,817 bilhões.

A Receita apontou ontem que houve recolhimento atípico de R$ 4,6 bilhões de IRPJ/CSLL no mês, mas não deu explicações imediatas.

“Uma análise completa do resultado das empresas só pode ser feita a partir do fechamento do trimestre, depois do mês de março”, afirmou o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias, apontando que, por ora, a Receita só consegue avaliar que houve sim um comportamento fora do normal.

No recolhimento do IRPJ/CSLL das empresas por estimativa mensal, houve um avanço de 69,68% entre as empresas não financeiras em fevereiro, sobre o mesmo mês de 2018, equivalente a um aumento de R$ 5,292 bilhões.

Malaquias disse ainda não ser possível identificar o que causou esse movimento.

Outros tributos também contribuíram positivamente, mas com um peso menor para o desempenho geral de fevereiro.

O Imposto de Renda Pessoa Física, por exemplo, subiu 32,86% sobre um ano antes (+ R$ 409 milhões), ao passo que a receita previdenciária avançou 1,11% na mesma base de comparação (+ R$ 371 milhões).

No primeiro bimestre, a alta real da arrecadação foi de 1,76%, a R$ 275,487 bilhões, melhor desempenho para o período desde 2014 (R$ 276,265 bilhões, em dado corrigido pela inflação). A arrecadação é fator importante para a busca de reequilíbrio fiscal.

Rombo zero – Para 2019, a meta de déficit primário é de R$ 139 bilhões para o governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência). O governo vem reiterando que irá cumpri-la e que buscará, inclusive, zerar o rombo neste ano.

Para tanto, depende de receitas extraordinárias que seguem envoltas em incertezas. Hoje, o governo deverá atualizar as perspectivas para 2019 em seu relatório bimestral de receitas e despesas, e a expectativa é de que faça contingenciamento de recursos para se precaver de eventuais frustrações de receita. (Reuters)

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