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Aperam fará aporte de R$ 243 mi em Minas Gerais

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Investimento em novos processos e produtos anunciado é parte do plano estratégico da Aperam South America para 2021 | Crédito: Elvira Nascimento

Confiante na recuperação da economia, a Aperam South America investirá cerca de R$ 243 milhões ao longo de 2021, em sua planta industrial brasileira. O aporte é destinado à atualização das linhas de aço inoxidável e ao segmento de aços elétricos, em três frentes distintas.

O montante contempla ainda o investimento anual na Aperam BioEnergia, subsidiária localizada na região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, responsável pela produção do carvão vegetal utilizado em 100% da produção da usina em Timóteo (Vale do Aço), como energia renovável. A iniciativa evita a emissão de aproximadamente 700 mil toneladas de CO2 na atmosfera todos os anos.

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Desde 2010, a Aperam segue empenhada em estudos de potenciais mercados e agora, com a perspectiva de crescimento econômico do Brasil, anuncia o incremento em suas operações. Os investimentos serão aplicados na inovação da linha RB3, essencial para a produção de aços inoxidáveis. “Esse aporte permitirá aumento de capacidade e ganho de eficiência, além de mais qualidade e competitividade à Aperam”, destaca o presidente da empresa, Frederico Ayres Lima. Para a RB3, serão destinados R$ 90,6 milhões.

Com o objetivo de aumentar a capacidade e a confiabilidade na produção de aços inoxidáveis, a fim de qualificar a oferta para mercados estratégicos, a empresa destinará R$ 26 milhões ao C5 – um revestimento fino aplicado sobre o aço elétrico GNO, fundamental para o segmento de veículos elétricos.

“Apostamos fortemente no potencial desse mercado. Vamos investir em equipamentos para a produção do C5 que permitirá uma atualização tecnológica do produto para todos os nossos clientes de aços elétricos (GNO), além de proporcionar a entrada da Aperam em um nicho estratégico”, comenta Ayres.

De acordo com o executivo, a Aperam acompanha de perto o mercado de veículos elétricos, que está em franca expansão. “A empresa investe há mais de 10 anos em pesquisa e desenvolvimento de aços elétricos GNO para esse tipo de transporte. Atualmente temos mais de oito aços desenvolvidos para este crescente mercado”, revela.

A Aperam mantém parcerias com as principais universidades brasileiras e possui um Centro de Pesquisa no Brasil com equipes e laboratórios empenhados no desenvolvimento e melhoria dos aços elétricos produzidos em sua planta industrial.

Eficiência energética – O volume aplicado também contemplará a linha de produção do aço HGO, que receberá um aporte de R$ 55 milhões. Esse investimento permitirá à Aperam ofertar um aço que amplia de forma significativa a eficiência energética de seus clientes em diversos segmentos de mercado, como por exemplo, o de transformadores de distribuição e de força.

Os atuais programas de eficiência em todo o mundo estão forçando os produtores de aço elétrico GO e GNO a melhorar as respectivas propriedades do componente. “Está no foco da Aperam aproveitar toda e qualquer oportunidade de atualização tecnológica. A perspectiva de que produtos ligados às megatendências dominem cada vez mais os variados mercados onde podemos atuar é muito positiva e estaremos preparados para o momento. Queremos absorver toda tecnologia disponível para produção de aços elétricos e continuaremos trabalhando firmes para isso”, destaca Ayres.

Aço verde -A Aperam, todos os anos, investe para manter a produção de aço sustentável, ou Aço Verde Aperam. Em 2021, serão investidos aproximadamente R$ 72 milhões para manter a produção sustentável do carvão vegetal pela Aperam BioEnergia. O insumo é utilizado pela planta industrial, em Timóteo, no processo de fabricação de aço, como substituto natural e renovável de combustíveis fósseis (coque). “Essa iniciativa nos permite erradicar totalmente o uso de coque extrativo e torna nosso aço um líder em termos de emissão de CO2. O incremento anual visa aprimorar todos os nossos métodos continuamente para que sejamos cada vez mais sustentáveis e eficientes”, comenta Ayres.

Ainda que o cenário seja de incertezas, devido à crise sanitária imposta pela pandemia, o executivo ressalta que a Aperam está preparada para lidar com um panorama adverso. “Somos uma usina integrada e temos uma planta flexível entre aços inoxidáveis, elétricos e carbono seguindo a demanda do mercado. Por isso, durante a crise, conseguimos manter um volume mínimo de produção para evitar maiores impactos.”

Ayres diz ainda que a Aperam está apta para garantir agilidade, flexibilidade e competitividade na resposta aos desafios impostos. “O aço inox tem um potencial enorme e o Brasil tem alicerces fortes para ancorar essa perspectiva positiva. Apesar de vivenciarmos três anos de recessão, agora estamos numa rota de crescimento, mesmo diante do baixo consumo aparente. Entendemos que as reformas precisam ser executadas para tornar o custo Brasil factível e prover melhorias na infraestrutura como um todo.”

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