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O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, abriu inscrições para a terceira edição do boostLAB, programa de potencialização voltado para startups de nível mais maduro, as chamadas scale-ups. A iniciativa, realizada em parceria com a ACE, eleita três vezes como melhor aceleradora da América Latina, prevê a realização de parcerias e projetos-piloto com a instituição financeira, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema.

Serão seis startups selecionadas para o programa, que tem duração de cinco meses. Nessa edição, o programa de potencialização busca principalmente fintechs, agritechs, legaltechs e startups que atuem com inteligência artificial ou real estate. Durante a seleção, mais importante do que o tamanho do faturamento da empresa é se ela já tem um sólido portfolio de clientes e dedicação integral de pelo menos dois sócios fundadores ao negócio.

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Os interessados em participar do programa devem se inscrever por meio do site do boostLAB (www.boostlab.com.br) até o dia 15 de fevereiro de 2019. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.
A primeira edição do programa foi avaliada em 100 NPS (Net Promoter Score – métrica que tem como objetivo medir a satisfação e lealdade dos clientes) pelas scale-ups que participaram do programa, pontuação inédita para um programa desse tipo coordenado pela ACE até então.

Um dos pontos fortes do programa é a oportunidade de gerar negócios com o banco e empresas parceiras. Outro ponto de destaque do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho.

Cada um dos sete envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As Scale-ups também contam com a metodologia de potencialização da ACE e os conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil. Quem acaba de se juntar ao time é Joel Rennó, CFO da OLX, empresa global de comércio eletrônico.




Outra novidade é que além de créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS) e US$ 3 mil no da Google, a Oracle também aderiu ao programa, oferecendo créditos de US$ 15 mil para as scale-ups participantes.

O sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, Frederico Pompeu, conta que está muito feliz com os resultados das edições anteriores. “Já potencializamos 12 empresas e todas tiveram crescimento significativo.

Para nós também tem sido um aprendizado conviver com empreendedores tão competentes. A essa altura, já estamos começando a fazer investimentos em algumas empresas e temos parceria com quase todas. Queremos ser o banco desse ecossistema em todas as etapas da vida dos empreendedores e das empresas”, afirma. O KPI (Key Performance Indicator) médio de cada empresa que participou do programa cresceu 233%.

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Edições anteriores – A recém-terminada segunda edição do programa contou com 132 empresas inscritas. Seis delas foram selecionadas e potencializadas: Bxblue, Nexoos, Virtus Pay, Ewally, Digesto e Omie.




A Omie, que é um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning), aumentou a receita em 20% e conquistou quatro mil novos clientes durante a potencialização. Além disso, o volume emitido de NF-e de R$ 4 bilhões para R$ 5,1 bilhões ao mês. A empresa oferece um sistema de gestão completo para pequenas e médias empresas com CRM, Finanças, Fluxo de Caixa, NF-e, Estoques e Frente de Loja.

Durante o boostLAB, a Nexoos ampliou seu negócio, passando a ser também um marketplace lending, além de peer-to-peer lending. “Tivemos aumento de 30% na receita contra o trimestre anterior. A empresa sai do programa com um nível de maturidade muito maior”, disse o CEO e fundador da empresa, Daniel Gomes.

Já a primeira rodada, que aconteceu no primeiro semestre, contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas: Neurotech, Agronow, Clicksign, Finpass [antiga F(X)], Liber Capital e Zigpay.

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