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Desenvolvimento regional integra pauta da indústria

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Foto: Ivan Bueno/ APPA

Desenvolver as comunidades locais está na pauta das indústrias e das empresas. É por isso que a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) realizou ontem (26), em continuidade às reuniões do Conselho do Desenvolvimento Local e Regional, reunião para discutir a importância do setor dos eventos e o fomento a iniciativas na região do Médio Espinhaço

O objetivo do Conselho, coordenado pela entidade, visa orientar municípios sobre a construção de iniciativas de desenvolvimento local e regional, com a ampliação do diálogo entre empresas, sociedade civil e do terceiro setor, e o poder público. 

Rota Belo Horizonte-Diamantina

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Participante do evento da última terça-feira, a Anglo American é exemplo da busca pela articulação em rede para desenvolver uma rota alternativa importante para destacar regiões turísticas do Estado próximas do local de atuação da empresa. 

No âmbito do Plano de Mineração Sustentável da Anglo American, que, no Brasil, tem operações em Minas Gerais, no município de Conceição do Mato Dentro, onde explora minério de ferro, e em Goiás, com atividade extrativa de níquel, a empresa identificou que o caminho entre Belo Horizonte a Diamantina é uma oportunidade para o fomento do Médio Espinhaço caso as pessoas adotem a estrada que passa por Conceição do Mato Dentro e não por Curvelo

Segundo o gerente de Performance Institucional da Anglo American, Daniel Tito Guimarães, a ideia agora é criar estruturas de parcerias para a implementação do programa concebido pela empresa. 

Para Guimarães, a percepção em meio aos estudos realizados é que a criação do corredor turístico pela MG-010, por meio da alteração da rota, e que irá conversar com o projeto já existente da Estrada Real, esse é um investimento com potencial agregador para a rede hoteleira, o ecoturismo, a gastronomia e o artesanato. 

“O programa irá decolar com parcerias junto ao governo, a sociedade civil e aos pesquisadores, por exemplo. A ideia é termos uma visão multisetorial e aproveitar os investimentos de outros setores que estão em sinergia com essa oportunidade”, afirmou Guimarães, que reafirmou, ainda, que essa é uma forma de alavancar as belezas naturais e atrativos histórico-culturais que existem na região e que são a vocação dos municípios da região. 

Eventos levam mineiridade ao mundo 

Ainda durante o evento, a CEO da Universo Produção e coordenadora das Mostras de Cinema Tiradentes, Ouro Preto e Belo Horizonte, Raquel Hallak, ressaltou que o setor de eventos pode ser uma ferramenta no que tange ao desenvolvimento dos municípios mineiros, como é o exemplo de Tiradentes, que hoje tem projeção mundial pela realização da já tradicional Mostra de Cinema.  

Para além do público de 35 mil pessoas, que, antes da pandemia da Covid-19, passavam pelo município anualmente nos dias do evento, Raquel lembrou que a realidade das telas, do virtual, deve fazer parte agora do mercado de eventos, o que não exclui o evento físico e a opção das pessoas por desfrutar de experiências presenciais

“O evento agora deixa de ser regional. Eu vou mostrar Tiradentes para o mundo. E isso é uma coisa que precisa de equilíbrio, porque nós vamos deixar de investir na experiência do público, no encontro humano. Mas eu também não quero perder o alcance do evento. A última Mostra de Cinema de Tiradentes, por exemplo, reuniu pessoas de 96 países. O nosso público on-line foi de 550 mil pessoas e o alcance nas redes sociais chegou a 3 milhões”, contou. 

Defensora da cultura enquanto meio de fomento ao empreendedorismo e projeção do País, a coordenadora das Mostras de Cinema afirma que o calendário dos eventos que hoje existe em torno do audiovisual em Tiradentes, Ouro Preto e Belo Horizonte movimenta os municípios não só nos dias dos eventos, mas reflete na estruturação de toda uma cadeia que envolve serviços de segurança, limpeza e itens de infraestrutura básica, além da própria visibilidade do Estado e dos municípios para o mercado internacional. 

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