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Empreendedores do setor varejista apostam no ambiente virtual

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Crédito: Pixabay

Os pequenos negócios têm sido profundamente impactados pela crise provocada pelo novo coronavírus. Cada vez mais, é preciso encontrar soluções para permanecer no mercado e manter as vendas.

Pesquisa do Sebrae revela que 34,5% das pequenas empresas mineiras tiveram que mudar a sua forma de funcionar. Destes, 44% adotaram o horário reduzido como forma de diminuir os custos, e, para 39%, a estratégia foi apostar em serviços de entrega em domicílio e/ou nas vendas online.

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Para Rafaela Alcântara, proprietária da Sotilé, uma loja multimarcas de pijamas e moda íntima, a solução foi investir no digital. “Já tínhamos presença nas redes sociais, especialmente no Instagram e no WhatsApp, e quando fechamos a loja, começamos a vender por esses canais. Mas com o tempo, vimos que o atendimento não estava sendo tão efetivo”, relembra.

A solução, então, foi tirar do papel o projeto de uma loja virtual. “A ideia de criar um e-commerce era para daqui a dois anos, mas com a crise, tivemos que antecipar. Decidi abrir a minha loja virtual própria, pois consegui desconto em uma plataforma e os custos eram menores, se comparados a um marketplace. Assim, consigo repassar preços melhores aos meus clientes finais”, explica.

Somado a isso, Rafaela Alcântara oferece descontos exclusivos para os clientes na loja virtual, e faz parcerias com outras empresas para oferecer promoções aos clientes.

“Com todas essas medidas, nosso atendimento melhorou, conseguimos aumentar as vendas e manter o faturamento. Está sendo muito positivo”, relata.

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Para ela, o momento é de investir no digital e se adequar às novas necessidades do consumidor. “Percebemos que até as pessoas mais velhas, que não usavam tanto os canais digitais para comprar, estão aprendendo e passando a usar, o que para nós é muito bom. O ambiente digital nos oferece muitas possibilidades”.

Força para se reinventar – Nyura Lima, sócia da loja infantil “Cadê meu Brinquedo?”, no bairro Castelo, em Belo Horizonte, também viu no ambiente digital um grande aliado.

“Aumentamos muito a nossa divulgação nas redes sociais, principalmente no Instagram, que não investíamos tanto. Outra estratégia foi entrar em grupos do bairro, no Facebook e no WhatsApp, onde conseguimos falar de forma bem direcionada com o nosso público”, destaca.

No Instagram, a empreendedora dá dicas aos pais de como entreter as crianças.

“Estamos postando muitas dicas de jogos, quebra-cabeças, livros e brinquedos de montar, além de brincadeiras para fazer em casa, para crianças de todas as idades. É uma forma de ajudar os pais com opções para interagir com as crianças, nesse momento em que estão reclusas”, explica. Além disso, a loja faz entregas por delivery, com frete grátis para o bairro Castelo e região. “Junto com o pedido, entregamos um livrinho de colorir, uma cortesia da nossa loja”, completa.

Apesar dos desafios impostos pela crise, Nyura Lima se mantém otimista. “É um momento de insegurança e fragilidade, mas temos que fazer o que está ao nosso alcance e olhar para a frente. Acreditamos que, com muito trabalho e força, iremos superar esse momento”, destaca. (ASN)

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