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A Escola de Formação Gerencial nasceu com a proposta de formar jovens com uma atitude empreendedora para a vida - Crédito: Divulgação

Com uma metodologia inovadora que alia o ensino médio ao técnico em administração com foco no empreendedorismo, a Escola de Formação Gerencial do Sebrae completa 25 anos com perspectiva de crescimento. Além da matriz, que fica em Belo Horizonte, há outras sete escolas licenciadas em Minas Gerais.

De acordo com a gerente da Unidade e Educação e Empreendedorismo do Sebrae Minas, Fabiana Pinho, há outras escolas pleiteando a licença e a expectativa é chegar a outras cidades em 2020.

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Nos últimos 25 anos, mais de 12 mil alunos passaram pela Escola de Formação Gerencial do Sebrae, segundo a gerente. “Temos o orgulho de ter formado grandes profissionais que hoje estão à frente de empresas assumindo funções importantes em companhias ou fazendo carreira no exterior”, afirma. A escola matriz é particular, fica na avenida Barão Homem de Melo, na região Oeste da Capital, e atende 350 estudantes.

A gerente explica que a instituição nasceu com a proposta de formar jovens com uma atitude empreendedora para a vida. O currículo une ensino médio e técnico em administração e é baseada em três projetos estruturantes. O primeiro deles é o de tutoria, quando o aluno tem contato com o dia a dia do empreendedor; o segundo é o da Empresa Simulada, quando ele constrói uma empresa virtual; e o terceiro é o Ativa Empreender, momento em que o aluno cria um negócio real.

Além da aprendizagem por projeto, a escola prioriza práticas pedagógicas inovadoras com games e tecnologias em geral, além de missões internacionais. “Trabalhamos com os alunos na perspectiva de sonhos, o que é muito diferente do que se encontra na educação tradicional. Na escola do Sebrae eles não são direcionados para uma esteira de profissões, mas são levados a buscar o que sabem e o que gostam de fazer. Isso faz toda a diferença na hora de escolherem o curso ou a área para empreender”, diz.

Além da matriz em Belo Horizonte, o Sebrae também sustenta um projeto social no bairro Horto, na região Leste da Capital, que segue a mesma metodologia, mas oferece apenas o ensino técnico.

O modelo que une ensino médio e técnico na metodologia da matriz também foi licenciado para outras sete escolas particulares no Estado. Elas estão em Nova Lima e Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte; Pedro Leopoldo e Itabira, na região Central; Cataguases, na Zona da Mata; Arcos, no Centro-Oeste; e Teófilo Otoni, no Vale do Jequitinhonha.

Segundo Fabiana Pinho, há perspectiva de ampliação do processo de licenciamento para outras escolas no Estado, mas ainda não é possível dizer quantas unidades e nem onde. Para os próximos anos, a perspectiva é também de muita inovação, segundo a gerente.

“Nós somos uma escola inovadora, mas não podemos pensar que só isso é suficiente. Temos que ficar de olho nas tendências, estar conectados às novas práticas educacionais e às profissões do futuro. Nossa meta é que, no momento em que o aluno entre no mercado, ele tenha certeza de que está preparado”, diz.

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