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Com essa parceria ganhamos uma outra notoriedade, comemora o CEO, Felipe Calixto | Crédito: DIVULGAÇÃO/Sankhya
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A Sankhya, fornecedora de sistemas de gestão empresarial, sediada em Uberlândia, no Triângulo, acaba de receber um investimento de R$ 425 milhões do GIC, fundo soberano de Singapura, que passará a deter uma participação minoritária – relevante – da empresa.

O valor, de acordo com o CEO da Sankhya, Felipe Calixto, tem o papel não apenas de alavancar os processos de pesquisas e possibilitar o crescimento horizontal da empresa, mas também de habilitar a empresa a competir internacionalmente, concedendo uma espécie de chancela junto ao mercado externo.

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“Quando o fundo soberano de um país como Singapura escolhe uma empresa, ele está, de certa forma, habilitando essa empresa junto aos mercados e outros investidores. Já concorremos e superamos vários gigantes, mas muitas vezes perdemos pela marca menos conhecida que outros players internacionais. Com essa pareceria ganhamos uma outra notoriedade, um status de empresa capaz de brigar em nível nacional e logo no internacional. Nos agrada não só o dinheiro, mas o lado smart, de estratégia que vem com essa parceria. Eles não são tão invasivos, querendo colocar diretores. Continuamos com a nossa autonomia. O terceiro ponto é a não pressa de sair. Enquanto estiver bom eles vão ficando. E, por fim, o alinhamento total com a nossa estratégica, não queríamos perder o nosso DNA. Já vimos muitas empresas desaparecendo depois desse tipo de operação. Não queremos deixar de ser os ‘mineirinhos’ que levam inovação, gestão para o mercado. Queremos transformar a sociedade através da gestão. Isso está acima da questão financeira”, comemora Calixto.

O destino do capital singapuriano será dividido entre ações de marketing, pesquisa e desenvolvimento (P&D) e também aquisições que possam complementar o portfólio de soluções, permitindo, assim, um atendimento mais completo e conquista de novos públicos.

“Não queremos concentrar o mercado. Não vamos comprar empresas concorrentes. Nosso objetivo são empresas complementares que nos permitam ampliar nossa atuação no Brasil e no exterior. A nossa visão é que sejam empresas brasileiras, existem muitas empresas desenvolvendo um excelente trabalho no Brasil. Isso não impede, porém, que façamos alguma negociação com empresas estrangeiras que nos permitam esse avanço”, explica.

Pandemia – Com 1.400 funcionários e 38 unidades de negócios espalhadas pelo Brasil, a Sankhya, como a maioria das empresas em todo o mundo, também precisou rever processos e planos em 2020. A previsão de 30% de crescimento sobre 2019 foi revista para 20%. A promessa para 2021 é recuperar a velocidade, além de construir uma nova sede no polo de tecnologia de Uberlândia.

“Esse foi um ano difícil, mas no qual aprendemos muita coisa. Em termos de produtos não foram muitas alterações, alguns ajustes mais importantes nas soluções para e-commerce pelo grande volume de novos clientes sem experiência. Mas muito aprendizado interno, processos mais azeitados, com uma nova rotina de reuniões e visitas virtuais. Mas queremos, tão logo seja seguro, a ‘turma’ de volta. A convivência possibilita insights de inovação que ficam muito mais difíceis de acontecer com conexões totalmente remotas. Acredito que podemos construir um modelo híbrido próprio que respeite as necessidades e desejos da empresa e das pessoas”.

Outro aprendizado importante, continua o executivo, diz respeito ao papel social das empresas e como isso ganha ainda maior relevância quando feito em conjunto. “Essa foi a pandemia da solidariedade. Crescemos ouvindo que ‘enquanto uns choram, outros vendem lenços’. Me alegra saber que tem menos gente se orgulhando de vender lenço agora. Nós, por exemplo, oferecemos ‘lenços de graça’ com uma solução para comércio eletrônico. Liberamos os custos da universidade. Uma série de soluções para ajudar o cliente, sem vender, sem ser oportunista. Na cidade criamos o Juntos por Uberlândia, que arrecadou mais de R$ 5 milhões para a compra de equipamentos para hospitais e mais de 30 mil cestas básicas. Esse é um aprendizado que fica para o setor produtivo como um todo”, completa Calixto.

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