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História do DC se confunde com a de leitores e assinantes

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Crédito: Manoel Evandro

Nenhuma empresa chega aos 89 anos – especialmente no Brasil – sem saber ouvir os seus diferentes parceiros e, principalmente, sem atender às expectativas dos seus consumidores. Nascido no entre guerras, o DIÁRIO DO COMÉRCIO acompanhou, relatou e fez parte das mais incríveis mudanças do século 20, aquele que nas palavras do historiador inglês Eric Hobsbawn, foi “a era dos extremos ou o breve século XX”.

Agora, o DC avança pelo século 21, já indelevelmente marcado pela Covid-19 e suas transformações tecnológicas, nas formas de trabalho, nas buscas pela responsabilidade ambiental e social, e novos modelos de produção e relacionamento.

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É com alegria e um orgulho indisfarçável que o jornal exibe uma lista de assinantes que se mantêm fiéis há décadas. Das bancas no centro da cidade às assinaturas digitais, eles mostram um passado do qual não há motivos para arrependimentos ou remorsos e apontam um futuro que deve seguir baseado nos pilares de um jornalismo responsável, honesto e propositivo.

Aos 61 anos, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) é uma parceira de importantes jornadas para assegurar o protagonismo econômico de Minas Gerais.

“Ao longo desses 89 anos, o DIÁRIO DO COMÉRCIO se consolidou como um dos mais importantes veículos de comunicação do País. Tornou-se leitura obrigatória para quem deseja compreender as mudanças que estão acontecendo no Brasil e no mundo, não só na economia, que é a sua especialidade, mas em todos os aspectos que envolvem o universo dos negócios. Por outro lado, o jornalismo sério, qualificado e consistente exercido pelo DIÁRIO do COMÉRCIO contribui efetivamente para a melhoria do ambiente de negócios em nossa Capital e em todo o Estado. A CDL/BH é testemunha desse importante papel que o jornal tem desempenhado nesse aspecto”, afirma o presidente da CDL-BH, Marcelo de Souza e Silva.

A relação da Loja Elétrica com o DIÁRIO DO COMÉRCIO é muito importante porque o jornal tem trazido informações e conteúdos que são, efetivamente, de interesse do comércio, afirma Wagner Mattos | Crédito: Divulgação

Em plena expansão e atenta às novas tecnologias que podem nos auxiliar na busca por uma sociedade mais justa e um meio ambiente mais equilibrado, a Loja Elétrica acompanha o jornal há 74 anos.

“A relação da Loja Elétrica com o DIÁRIO DO COMÉRCIO é muito importante porque o Jornal tem trazido informações e conteúdos que são, efetivamente, de interesse do comércio. E é o único jornal especializado no setor, então ele não apenas traz informações relevantes para nós, mas para todo o comércio e a economia local”, declara o diretor administrativo do Grupo Loja Elétrica, Wagner Mattos.

Da mesma forma, os sindicatos e entidades de classe reconhecem no DIÁRIO DO COMÉRCIO uma ferramenta para entender e melhorar o ambiente de negócios na Capital e em todo o Estado.

Maria Luiza Maia Oliveira: considerado um dos principais e mais tradicionais veículos de imprensa de Minas, o DIÁRIO DO COMÉRCIO é referência em conteúdo sobre economia, negócios e empreendedorismo | Crédito: Divulgação

“Considerado um dos principais e mais tradicionais veículos de imprensa de Minas Gerais, o DIÁRIO DO COMÉRCIO é referência em conteúdo sobre economia, negócios e empreendedorismo. Nós, da Fecomércio MG, entidade representativa do comércio de bens, serviços e turismo mineiro, temos muito orgulho de fazer parte dessa trajetória, que completa 89 anos de muito sucesso,” destaca a presidente interina da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Maria Luiza Maia Oliveira.

“Nós, mineiros, nos sentimos honrados em contar com um jornal que tem a seriedade do DIÁRIO DO COMÉRCIO. Um jornal que traz em seu DNA um compromisso inabalável com o desenvolvimento de Minas Gerais e do Brasil, estampando em suas páginas, ao longo desses anos, os grandes debates econômicos e políticos necessários para a prosperidade do País e de toda sua população. Parabéns a toda a diretoria e a equipe do jornal! Desejamos vida longa ao DIÁRIO DO COMÉRCIO”, completa o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística de Minas Gerais (Setcemg), Gladstone Lobato.

Visão de futuro

Em 2019, em vistas de consolidar a estratégia de construção coletiva, o DIÁRIO DO COMÉRCIO deu forma ao seu Conselho Editorial. Diverso, o Conselho tem como meta contribuir com pautas alinhadas ao propósito e posicionamento editorial do DC e ao cenário político, social e econômico vigente.

“Os 89 anos do DIÁRIO DO COMÉRCIO representam um marco digno de se comemorar. Como empresa, por desafiar e superar com vigor o marco dos 30 anos que Peter Drucker registrou como a fronteira a ser ultrapassada pelas organizações. Como jornal, por ser sua longevidade expressão de um jornalismo que tem como causa eficiente e causa final – coisa rara – o propósito de informar com correção e determinação de ser útil”, afirma o sócio-administrador da Lindolfo Paoliello – Consultoria em Comunicação Social e ex-presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), Lindolfo Paolilello.

Adriana Machado: instituições longevas não são uma mesma coisa ao longo dos anos. São várias versões de uma proposta original que vai se modificando, adaptando, aprendendo e se aperfeiçoando com o tempo | Crédito: Divulgação

“Instituições longevas não são uma mesma coisa ao longo dos anos. São várias versões de uma proposta original que vai se modificando, adaptando, aprendendo e se aperfeiçoando com o tempo. Não é acaso que o DC esteja em uma fase tão interessante: contemporânea, dinâmica, digital e conectada. É que o DIÁRIO DO COMÉRCIO não só reflete a dinâmica de nossa economia, mas faz uma parte importante dela. Propondo discussões, reflexões e ações, vai muito além de simplesmente descrever o dia a dia de nossas empresas e organizações e nos instrumentaliza para a tomada de boas posições e decisões”, pontua a presidente e diretora de Inspiração da Tom Comunicação, Adriana Machado.

“Conheço o DIÁRIO DO COMÉRCIO desde o final da década de 1970 e desde aquela época eu via a importância do DC pelo seu estilo. Sempre pautado por atitudes éticas no discurso e na prática. Isso é muito importante no jornalismo. Nesse momento que vivemos é muito importante ressaltar que o Jornal optou por fazer uma transformação sem abrir mão desses princípios que vem desde o seu fundador, José Costa. Essa transformação, que está sendo feita de forma gradativa e segura, já está gerando frutos. São poucas as empresas que chegam com força a quase 100 anos. O DC está fazendo essa transformação abrindo canais com o mercado e com os leitores. É um processo que acompanho há três anos. A experiência no Conselho é única e gratificante. Ele consegue reunir pessoas de vários matizes e segmentos, não se prendendo apenas à área de comunicação. Com essa diversidade, é possível captar os anseios e opiniões das pessoas que têm uma visão mais particular em relação ao que o Jornal é e deve ser. Se de um lado, analisamos o que está acontecendo e o que está por vir no DC, dando sugestões para o crescimento do jornal, temos o prazer de nos reunir, dialogar, sabendo que nossas propostas são encampadas pelo jornal e ao mesmo tempo aprendendo”, avalia o jornalista e ex-superintendente de comunicação da Cemig, Luiz Michalick.

“Décadas atrás, havia em Minas um entusiasmo esfuziante, seguido de grandes realizações. Mas isso se perdeu. Porém, olhando serenamente o panorama de hoje, nem a economia e nem a sociedade estão em crise profunda. Quem está é a alma do mineiro. Como diria F. Schimidt, não importa a linha do horizonte, se os mineiros só veem o beco! Foi-se a fé, o entusiasmo. Ajudar a recuperar a embocadura perdida é o papel mais nobre do DIÁRIO DO COMÉRCIO. Isso não se faz com discursos grandiloquentes, mas pelo trabalho paciente de mostrar realizações, criticar serenamente as derrapagens e apontar rumos. O que convence é o exemplo dos que estão fazendo certo, mas estão sendo ignorados. Há um belo trabalho à frente para o DC”, completa o PhD em Economia e pesquisador em educação, Claudio de Moura Castro.

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