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Grupo Lafaete monta hospitais de campanha

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O Grupo Lafaete já entregou três hospitais de campanha em Minas Gerais, Pernambuco e Rio | Crédito: Divulgação

Enquanto muitas empresas estão enfrentando dias difíceis em função das restrições de deslocamento para tentar combater o avanço do coronavírus (Covid-19) no Brasil, outras registram aumento de demanda por produtos ou serviços que estão sendo utilizados justamente no combate da pandemia. Este é o caso do Grupo Lafaete, sediado em Belo Horizonte.

Especializada em construções modulares, a empresa atua nos segmentos de locação, fabricação e venda de equipamentos para construção civil e outros setores. Mas, nas últimas semanas, tem recebido elevado número de consultas de projetos para montagem de hospitais de campanha e leitos complementares pelo País. Até o momento, três já foram entregues em Minas Gerais, Pernambuco e no Rio de Janeiro. E outros estão em negociação.

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Mas, de acordo com o diretor de Operações da Lafaete, Edison Tateishi, nem tudo é positivo. Segundo ele, a empresa também teve contratos postergados e precisou rever custos, modelo de atuação e até expectativa de desempenho dos negócios para este exercício.

A diferença, segundo ele, é que, se por um lado, alguns produtos foram suspensos, por outro, novas demandas surgiram. “Ainda assim, não serão suficientes para suprir as perdas. Mas estamos satisfeitos de poder contribuir de alguma forma neste momento tão difícil que nosso País e o mundo vivem. É uma questão de cumprir papel social também”, avaliou.

Perspectivas – Ele relação aos negócios, Tateishi disse que 2020 tinha começado muito bem para a empresa, que estava bastante otimista com o desempenho neste exercício, esperando um crescimento na casa dos dois dígitos. No entanto, com a chegada da pandemia no País e as medidas de distanciamento social, incluindo a paralisação de atividades econômicas em diversas cidades, tudo mudou.

“Não acreditamos que o ano esteja perdido. Pelo contrário. A demanda vai se concentrar no segundo semestre, que geralmente já é mais aquecido. Se tudo der certo, ainda vamos encerrar 2020 com desempenho superior ao de 2019. Do contrário, pelo menos, empatar”, afirmou.

Em Divinópolis, no Centro-Oeste do Estado, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), por exemplo, recebeu a instalação de 16 módulos termoacústicos em uma área de estacionamento. A estrutura vai oferecer assistência no tratamento de pacientes com suspeita do novo coronavírus e conta com 20 leitos de suporte avançado e outros 20 de observação, que deverão aliviar os corredores da unidade, já sobrecarregada com a alta demanda neste período.

Os leitos também vão atender pacientes de cidades vizinhas, como Carmo do Cajuru, São Gonçalo do Pará e São Sebastião do Oeste. A expectativa é de triplicar o atendimento à população nos próximos meses.

No Rio de Janeiro, a rede de hospitais particulares D’Or São Luiz contratou 12 módulos habitacionais para aumentar a capacidade e instalar novos leitos nas unidades. Já em Pernambuco, a Lafaete instalou módulos habitacionais, que foram destinados para banheiros e vestiários completos para atendimento à equipe médica.

O diretor destacou que como as estruturas são desmontáveis, a logística de transporte é mais prática. Isso aumenta as perspectivas para atendimento emergencial neste período de crise. As estruturas são flexíveis e adaptáveis às particularidades de cada demanda, seja para um hospital ou um centro de triagem.

“A agilidade depende muito mais do investimento em pessoal para a montagem do que do sistema em si. A obra de um hospital em Wuhan (China), concluída em apenas 10 dias, contou com mais de 2 mil homens”, exemplificou. Já a Lafaete, conforme o diretor, entrega uma estrutura para 20 leitos em uma semana, em média. “Depende muito mais da pressa e da necessidade. E no caso de saúde pública os dois são grandes”, finalizou.

Queremos ajudar o Brasil nesse momento, diz Longo | Crédito: Divulgação/Álvaro Luiz Longo

BR Distribuidora vai doar etanol para universidades

A BR Distribuidora está doando etanol para instituições de ensino superior públicas de várias capitais brasileiras produzirem álcool 70% – um dos principais produtos utilizados na proteção ao novo coronavírus (Covid-19). A partir da iniciativa, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já recebeu 3 mil litros de etanol para produzir o bactericida para ser utilizado na higienização de macas, corredores, elevadores e instalações em geral de seus hospitais.

“Também receberam etanol a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), assim como a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ)”, enumerou o Coordenador de Sustentabilidade da BR Distribuidora, Álvaro Longo.

Outras instituições de ensino já estão acenando com pedidos do produto e serão atendidas em breve, bem como a companhia já prepara outras ações de apoio à população. “Em um cenário adverso como de uma pandemia, percebemos como cada empresa pode contribuir para ajudar o País a superar a crise o mais rapidamente possível. E é isso que a BR está buscando fazer”, explicou.

Assim, a BR, que é a maior distribuidora de combustível do Brasil, buscou não apenas manter o fornecimento de combustíveis para os serviços essenciais e da economia como um todo, mas também atuar em frentes cujo seu suporte e cooperação poderia contribuir com as demandas oriundas da situação. Este foi o caso da doação do etanol para algumas universidades brasileiras, a partir da escassez do álcool gel no mercado com a chegada da doença no País.

“As instituições de ensino estão utilizando o etanol como base da produção de desinfetante, álcool em gel e demais produtos úteis para os hospitais universitários e até mesmo para outros órgãos de saúde dos municípios”, detalhou.

Até o momento, já foram disponibilizados 40 mil litros de etanol – aproximadamente – para 12 universidades. A doação tem ocorrido de acordo com capacidade de produção de cada instituição, uma vez que os laboratórios estão sendo adaptados com pequenas linhas industriais.

No processo, o etanol combustível, que possui 96% álcool, é diluído para 70%, e passa por análise profunda contra resíduos ou contaminações. Por último, é encaminhado a distribuição.

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