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Pandemia acelera busca por criptomoedas

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As criptos abrem possibilidades incríveis, defende Ribeiro | Crédito: Divulgação Coinext
As criptos abrem possibilidades incríveis, defende Ribeiro | Crédito: Divulgação Coinext

Indicada como a melhor do Brasil no CriptoAwards, a Coinext, exchange sediada em Belo Horizonte, se prepara para continuar se desenvolvendo exponencialmente. Depois de um crescimento de nove vezes em 2021 na comparação com o ano anterior, a meta agora é triplicar a equipe e multiplicar por seis a base de usuários.

De acordo com o CEO da Coinext, José Arthur Ribeiro, a pandemia acelerou a compreensão e busca pelas criptomoedas e outros criptoativos. A desmaterialização da economia global levou mais gente para esse mercado.

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“Este é um segmento que tem ainda muita coisa para acontecer. As criptos abrem possibilidades incríveis de transferência de ativos, como tokens e games. Há um grande otimismo para os próximos anos. Durante a pandemia, as dívidas públicas aumentaram, desvalorizando as moedas. E, ao mesmo tempo, as pessoas se digitalizaram. Isso criou um cenário ideal para a busca de alternativas, como as criptomoedas”, explica Ribeiro.

Já são 210 mil usuários cadastrados e crescimento médio de 160% no número de usuários desde o início das operações, há quatro anos, com 25% de taxa de ativação de clientes. Foram negociados R$ 4.2 bilhões em três anos. A meta para o fim do ano é ter um milhão de usuários cadastrados.

“É um mercado que todo mundo já ouviu falar mas que não entrou. Temos uma árdua tarefa específica de educação. Para desmistificar o que é muito novo e complexo. Da mesma forma que esse é um mercado democrático, acessível, ele também é frágil porque não está regulado. Esse contexto desburocratiza as relações, mas abre espaço para aproveitadores. 2022 vai ser um ano importante porque vai passar pelo Congresso Nacional a regulamentação dos criptoativos e decidida qual vai ser a autoridade competente. É uma organização de mercado. Um processo de profissionalização que considero positivo”.

Para suportar todo esse crescimento, ter profissionais capacitados é fundamental. Diante da já conhecida escassez de mão de obra qualificada em tecnologia da informação (TI) e também ao restrito número de pessoas especializadas em mercado financeiro, a saída é fortalecer a cultura organizacional e oferecer não só uma boa remuneração: um propósito e muita paixão.

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“Temos o desafio de ter um profissional muito específico em novas tecnologias – o blockchain. Por outro lado, esses profissionais são fascinados pela tecnologia e também pelo aspecto econômico. O que conseguimos até aqui é atrair pessoas assim. O nosso apelo tem que ser pelo o que essa pessoa vai fazer. Temos a gamificação do nosso dia a dia. Não dá mais pra ficar no discurso da remuneração. Sobre os profissionais do mercado financeiro, como somos uma empresa de intermediação e não lidamos com produtos bancários, a necessidade é menor. O maior desafio é encontrar profissionais de marketing digital”, pontua.

Os produtos bancários, porém, já aparecem no radar da Coinext. Para o empresário, a fusão entre produtos virtuais e reais é um caminho natural e a empresa já se prepara comercial e institucionalmente para isso, começando, inclusive, o processo legal.

“Em 2021 surgiram inúmeros fundos especializados em cripto, levando a tecnologia para o mercado financeiro tradicional. É o mundo tradicional se adaptando. Já existem experiências de seguros em blockchain. Esse é um dos nossos projetos: ser uma gestora, e já pedimos autorização para isso. A maneira de atuarmos vai ser totalmente diferente, caminhando muito mais na força comercial e institucional”, completa o CEO da Coinext.

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