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Prussia vai vender cerveja em lata e garrafa

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A Prussia está investindo R$ 900 mil na compra de maquinário de envase e ampliação física - Crédito: Divulgação

A venda de cerveja em garrafa e lata será o novo foco da Prussia Bier, cervejaria mineira que, até então, trabalhava principalmente com a comercialização de barris de chope. Para isso, está investindo R$ 900 mil na compra de maquinário de envase, além de ampliação física da fábrica, que passará de 367 metros quadrados para 500 metros quadrados. A expectativa é de que cervejaria aumente a produção em 20% ainda este ano, em relação a 2018, chegando a 33 mil litros por mês.

O diretor-executivo da cervejaria, Fernando Cota, explica que a mudança de estratégia segue a meta da empresa, que é crescer com mais rapidez em Minas Gerais. Hoje, a cervejaria atende, principalmente, a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e o Médio Piracicaba em função da localização de sua fábrica, que fica em São Gonçalo do Rio Abaixo, na região Central de Minas Gerais.

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Segundo Cota, a logística de distribuição do chope é mais complexa e não permite um crescimento tão rápido.

“O chope é um produto perecível, que exige prestação de serviço: eu preciso levar o barril ao cliente e colocar na chopeira. Dessa forma, nossa atuação ficava mais restrita aos clientes no entorno da fábrica”, afirma.

O executivo explica que a Prussia Bier já produzia seis estilos de cerveja em garrafa, mas se tratava de uma linha enxuta: cerca de 2 mil caixas por mês (24 mil garrafas). A ideia, agora, é ampliar essa produção e incluir o envase também em latas, que é inédito na marca.

Parte do investimento de R$ 900 mil foi aplicada na compra de uma linha completa de máquinas da marca Saumec, que inclui envasadora de latas, de garrafas, pasteurizadora e rotuladora.

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“A Saumec fica em Vespasiano (RMBH) e é referência no Brasil em envase de cerveja”, completa.

Segundo Cota, cada máquina de envase tem capacidade de 12 mil caixas de garrafas (144 mil unidades) e 12 mil caixas de latas (192 mil unidades) por mês. Ele afirma que a expectativa é ampliar a produção da cervejaria pouco a pouco e alcançar essa capacidade máxima até 2021.

Com o aumento de produção, a marca atingiria outros mercados. Entre as regiões de interesse do diretor estão a Zona da Mata mineira e o Campo das Vertentes. Ele também não descarta o envio para outros estados.

O diretor afirma que a nova estratégia também deve levar ao lançamento de estilos de cerveja. Ele acredita que mais quatro serão lançados para o envase em garrafa, chegando a 10 tipos nessa embalagem até janeiro de 2020. A marca também pretende manter, pelo menos, dois lançamentos por ano. Cota acredita que a expansão deve ajudar a empresa a manter uma média de 20% de crescimento por ano na produção e também no faturamento.

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