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Respiradores da Tacom já estão homologados

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O êxito no enfrentamento à pandemia ganhou reforço a partir da homologação pela Anvisa dos respiradores da Tacom, de Marco Antônio Tonucci, com apoio da Fiemg e grandes empresas | Crédito: Divulgação FIEMG

A união de recursos, esforços e profissionais da indústria mineira e de agentes públicos têm feito a diferença no combate à disseminação e tratamento do coronavírus em Minas Gerais. Tanto é que o Estado apresenta a menor taxa de óbito causado pela doença por 100 mil habitantes, segundo o Ministério da Saúde. Até o momento, são 2.894 óbitos por Covid-19 e taxa de mortalidade de 13,7 por 100 mil habitantes.

O êxito no enfrentamento à pandemia poderá ser ainda maior a partir da homologação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dos respiradores produzidos pela empresa de soluções tecnológicas Tacom, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e grandes companhias do Estado.

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Segundo o presidente da entidade, Flávio Roscoe, a medida permitirá com que milhares de respiradores sejam ofertados em todo o País, que já podem ser comercializados de maneira imediata. Ainda nesta semana, os hospitais públicos de Minas Gerais começam a receber parte das mil unidades que serão doadas pela Fiemg.

“Esta é uma importante conquista, que mostra a força da indústria e sua capacidade de reagir: aprovar em tempo recorde um projeto para atender as demandas da sociedade e que irá proporcionar uma maior estrutura para enfrentar o Covid-19”, afirmou Roscoe.

O equipamento começou a ser fabricado por meio do projeto “Inspirar”, que desenvolveu tecnologia inédita para a fabricação de respiradores e chegarão ao mercado com valores mais acessíveis do que os produtos semelhantes, além de serem mais fáceis de manusear. No início, o objetivo era fabricar entre 500 a mil respiradores, mas a partir da homologação, a expectativa é de que a produção aumente significativamente.

“Agradeço a todos que acreditaram e doaram milhões de reais para que pudéssemos entregar os respiradores à sociedade. A força de todos é maior que a do indivíduo e pode mover montanhas. A união dos mineiros fez toda a diferença e esse projeto, com certeza, irá salvar muitas vidas”, completou Roscoe.

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Para o CEO da MRV, Rafael Menin, é um orgulho fazer parte desta união de forças e integrar grupos que contribuem para o bem da sociedade. Segundo ele, cada vez mais o papel das empresas de relevância e líderes setoriais vai muito além do seu produto. “As empresas que não olharem para as comunidades em que estão inseridas e não forem participativas, vão perder a relevância. É preciso ter um papel ativo e ir além de seu mercado de atuação”, defendeu.

Assim, conforme o executivo, especificamente neste momento de crise sanitária, as atenções da construtora se voltaram para a saúde. Juntas, as empresas MRV, Banco Inter e LOG CP, doaram R$ 10 milhões para o projeto.

A AngloGold Ashanti Brasil também integrou o mutirão. Por meio de nota, o vice-presidente da mineradora, Camilo de Lelis Farace, comentou que neste momento de combate à pandemia, a empresa reforça seu compromisso com as comunidades e municípios que hospedam suas operações. Por isso, “tem apoiado iniciativas como a da Fiemg, além de outras ações e contribuições”.

Já a Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (Usiminas), além do apoio ao projeto da Fiemg, também realizou a entrega de outros três respiradores que passaram por reparos e manutenção na Usina de Ipatinga (Vale do Aço) recuperados por seus colaboradores. Outros cinco equipamentos ainda serão consertados pelos profissionais da empresa.

Para o diretor de Gestão de Pessoas e Inovação da siderúrgica, César Bueno, essa foi mais uma das diversas formas adotadas pela companhia para contribuir com o esforço coletivo de enfrentamento à pandemia do Covid-19.

“A recuperação dos respiradores foi um grande desafio para nossas equipes, pois se trata de um equipamento de saúde que requer o nível máximo de cuidado e competência para sua recuperação. Como está fora do nosso escopo industrial, nossas equipes adquiriram conhecimento específico e, com o apoio dos técnicos da Fundação São Francisco Xavier, estamos conseguindo prestar esse apoio com toda a qualidade e segurança que a iniciativa requer”, disse.

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