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Em uma disputa inédita desenvolvida pelo Banco Semear, sediado em Belo Horizonte, com o objetivo de apoiar clientes inadimplentes a recuperarem o crédito no mercado, a assessoria de cobrança paulista Pasquali foi a vencedora. De um total de 22 mil contratos das modalidades Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e empréstimo pessoal disponibilizados a cinco empresas do segmento, foram renegociados 1.500 acordos no período de 25 de novembro a 31 de dezembro de 2019. O desafio criado pelo Semear foi inspirado em hackathons, maratonas de trabalho, típicas do setor de tecnologia, com o objetivo de criar soluções específicas para um ou vários desafios.

De acordo com o especialista em Recuperação de Ativos do Varejo do Semear, Gabriel Timochenco, com a iniciativa, o banco obteve um índice de acordos quase sete vezes superior ao que é comum no mercado no caso de dívidas superiores a 10 anos. “Atingimos cerca de 2%, enquanto o normal é 0,3%. Os bons resultados se devem à eficiência das empresas participantes e também à época do ano. Tradicionalmente, o fim de ano é o período em que as pessoas buscam resolver suas questões financeiras para começar bem o ano novo.”

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Timochenco afirma que, atualmente, o Semear mantém parceria com quatro empresas de recuperação de crédito e a Pasquali será a quinta, fechando o quadro de fornecedores fixos. “A Pasquali foi escolhida por atuar em várias áreas e também por ter estrutura bem definida para atendimento às demandas do banco; a empresa tem atuação na área digital, com portal eficiente e chatbot”, ressalta.

Segundo o especialista, o que motivou a busca por mais uma empresa de recuperação de crédito é a implantação da conta digital do Semear, que está em fase de testes e é direcionada a clientes pessoas físicas. “Em um ano, com a conta digital, devemos dobrar o número de clientes atendidos pelo banco e essa nova parceria será fundamental nesse processo.”

Para a supervisora de Atendimento da Pasquali, Giselle Garcia, a disputa promovida pelo Semear foi desafiadora. “Foi um processo de seleção inovador, que nos demandou a busca por uma performance de excelência e um trabalho a quatro mãos, contando com o apoio fundamental do banco. Nosso objetivo de mostrar a qualidade do trabalho e a competência da equipe Pasquali foi atingido e, com muita energia, seriedade e comprometimento, conseguimos vencer essa disputa tão acirrada”, declara.

Sobre o trabalho a ser desenvolvido pela Pasquali, Giselle Garcia revela que envolverá contatos diários com a carteira de clientes inadimplentes do Semear, a fim de firmarem os melhores acordos para as partes. “Queremos mostrar para os clientes da instituição que essa também é uma excelente oportunidade de renegociação, que traz benefícios em relação aos descontos oferecidos e que, ainda, ele conseguirá liquidar a dívida para ir em busca de novos sonhos. São clientes que possuem parcelas vencidas entre cinco e 5 mil dias e que poderão quitá-las para ter um 2020 sem pendências, com o nome limpo, e a oportunidade de fazer outras negociações”, acrescenta.




A superintendente do Semear, Mônia Alves de Souza, ressalta que a hackathon não foi um processo simples, uma vez que foi inédito no mercado. “Tivemos uma receptividade excelente das empresas participantes, com bons resultados para todos. Depois de conhecermos de perto essas assessorias de cobrança, poderemos, inclusive, indicá-las para nossos clientes varejistas. Foi uma ação inovadora, que chamou a atenção de todo o mercado. Empresas, inclusive de outros setores, têm nos procurado buscando informações para também criarem suas próprias hackathons.”

Para este ano, a meta do Banco Semear é renegociar em torno de 150 mil dívidas, beneficiando aproximadamente 120 mil clientes, por meio da renegociação para recuperação de crédito. É possível obter descontos entre 15% e 70% do valor.

Fundado em 2006, o Banco Semear, em 2019, alcançou a marca de 2 milhões de clientes atendidos.  Atualmente, o Banco possui cerca de 140 colaboradores e conta com mais de mil correspondentes bancários. (Da Redação)

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