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Entre os fatores que podem favorecer a indústria de bolsas no Estado está a alta do dólar e a melhora nos índices de emprego - Crédito: Alisson J. Silva

O início da recuperação da economia, em 2019, foi importante para a melhoria dos resultados da indústria de bolsas no Estado. De acordo com o Sindicato das Indústrias de Bolsas do Estado de Minas Gerais (Sindibolsas), no ano passado, houve um aumento de 5% na venda dos produtos. O resultado é considerado muito importante após alguns anos registrando quedas significativas da demanda.

De acordo com o presidente do Sindibolsas, Celso Afonso, dentre os destaques de 2019 está o Minas Trend Preview, considerado importante para a movimentação do setor de bolsas e para a realização de negócios.

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“Em 2019, já pudemos verificar um resultado melhor em relação aos anos anteriores, marcados por uma profunda queda na demanda. Outrossim, a consolidação do Minas Trend Preview como importante plataforma de negócios tem contribuído significativamente para a sustentabilidade de uma parcela de empresas do setor”.

A melhora do ambiente econômico é considerada fundamental para que as indústrias do setor voltem a registrar resultados positivos. Em 2019, foi registrado aumento na demanda pelos produtos.

“Comparando-se aos anos de 2017 e 2018, pudemos verificar um crescimento de 5% no volume de vendas, movimento já impulsionado pela melhora no ambiente econômico”, explicou.

Com a retomada do crescimento, as expectativas em relação a 2020 são positivas e é esperada recuperação gradual dos negócios. Dentre os fatores que podem favorecer os resultados estão a alta do dólar e o crescimento do emprego, o que amplia a renda das famílias e estimula o consumo.




“Estamos confiantes de que 2020 será marcado por uma retomada gradual de crescimento dos negócios. A alta do dólar, que encarece a importação de produtos asiáticos, a queda dos juros e a retomada de crescimento e emprego , são fatores que deverão consolidar essa projeção”.

Desafios – Por ser um setor direcionado basicamente para o mercado interno e diretamente afetado pelo custo Brasil, queda da demanda, altos custos operacionais, crédito caro e de difícil acesso e pouca tecnologia implantada, os desafios são grandes. Apesar disso, alguns fatores, como, por exemplo, a estabilidade do preço do couro – importante matéria-prima – tem se mostrado um atenuante no cotidiano das empresas que a utilizam.

Devido aos gargalos, as empresas do setor, em geral, encontram-se ainda muito fragilizadas e com reduzida capacidade de investimento. Além disso, qualquer projeto de crescimento e ampliação esbarra na questão da mão de obra, que é escassa e pouco qualificada. “Outro grande desafio a ser enfrentado, ainda que a economia se recupere”, disse.

Segundo Afonso, o segundo semestre é sempre um período mais aquecido por ser o Verão, uma estação mais longa, e pelo Natal, mas a demanda não reagiu.

“No período, não pudemos observar uma necessidade repentina por mercadoria por parte dos lojistas porque o comércio se mostrou contido e estocado. Mas, o perfil desse empresário é de uma forte resiliência e coragem. O Brasil não é para amadores, alguém já disse. E não é mesmo. Mas, estamos de pé e prontos para a caminhada”, disse.

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