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A desigualdade extrema e o crescimento econômico

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Crédito: Pixabay

Aristoteles Atheniense*

A Justiça é o dever-ser para os dirigentes da mesma forma que vem a ser a esperança para os oprimidos, que ainda aguardam dias melhores no futuro que acalentam.
Esta expectativa abarca vários significados e conveniências, dependendo da ocasião. A ideia da justiça é alimentada como uma intenção de criar um mundo melhor, que emergirá das relações sociais.

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O Brasil objetiva aprimorar a Justiça somando esforços, acreditando na capacidade de seus filhos, desfazendo as incertezas e as lutas de classe. Na maioria das sociedades, o poder é exercido por grupos minoritários, segundo seus interesses, moldando o seu desempenho de acordo com a sua forma de produzir, pensar e viver.

Já o trabalho pela paz deve ser realizado pela tolerância, pelos direitos humanos e respeito aos direitos individuais. Esta atuação não é levada a sério no Brasil, onde entre uma sociedade justa e uma sociedade dominada, permeiam vários graus, podendo ser possível dizer que serão mais justas aquelas sociedades onde as maiorias possam participar mais dos poderes de que desfrutam.

O mesmo não acontece em outras regiões que aspiram crescer e se fazerem respeitadas, cujas lideranças adotam uma linha de conduta definida. Foi o que nos ensinou Nelson Mandela: “É somente por meio da ação disciplinada das massas que uma vitória pode ser assegurada. Nossa marcha pela liberdade é irreversível. Não devemos permitir que o medo se interponha em nosso caminho. (…) Eu lutei contra a dominação branca e lutei contra a dominação negra. Nutri o ideal de uma sociedade livre e democrática, na qual todas as pessoas vivem em harmonia e com iguais oportunidades.

É um ideal pelo qual espero viver e o qual espero alcançar. Mas, se for necessário, é um ideal pelo qual estou preparado para morrer”.

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Ao tirar mais de 600 milhões de pessoas da pobreza, nas últimas três décadas, a China deu uma contribuição notável para uma maior igualdade da renda global. Mas, contraditoriamente, tornou-se uma das sociedades mais desiguais do mundo. Enquanto muitas áreas rurais continuam pobres, a renda e a riqueza aumentaram rapidamente nas cidades, favorecendo as camadas mais altas da sociedade chinesa.

Daí ser compreensível afirmar que a desigualdade extrema é um preço aceitável a se pagar pelo crescimento econômico.

O nosso país está fadado a passar por esta situação, caso o atual governo não se compenetre do risco iminente que nos aflige.

*Advogado, Conselheiro Nato da OAB e Diretor do IAB

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