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Crédito: Manoel Evandro

Há quem acredite que a Região Metropolitana de Belo Horizonte vive, neste e nos próximos dias, o pico da pandemia provocada pelo coronavírus. Momento de maiores riscos de contaminação, de crescimento das internações e fatalidades, mas também indicativo de que, na sequência, as curvas que refletem a evolução do quadro se estabilizarão, invertendo aos poucos a sua direção.

Parece ser, portanto, momento propício para que comece a ser pensado o refluxo do isolamento social e consequente volta das atividades econômicas. É exatamente disso que tratam as prefeituras de Belo Horizonte, Nova Lima, Contagem e Betim, em articulação com o governo estadual e entidades de classe, num movimento que, espera-se, inclua rapidamente toda a região metropolitana.

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As linhas dessa atuação, definidas em reunião no final da semana passada, supõem um movimento gradual e cauteloso, começando pela reabertura do comércio e do setor de serviços. Tudo com monitoramento permanente e, a depender dos resultados, com previsão inclusive de eventuais recuos.

Estuda-se também a alternância de horários, de modo a facilitar a circulação e evitar grandes concentrações. Independentemente dos cuidados, obrigatórios diante das circunstâncias, o que também chama atenção de imediato é o planejamento que está sendo feito, num contexto de articulação tendo em conta que a região metropolitana é na realidade um espaço urbano único. Ações isoladas, no caso, poderiam ser catastróficas.

Louve-se, portanto, o bom senso e a prudência até aqui bem evidenciados. E que seja, além do recomeço, rica oportunidade de aprendizado, tendo em conta que o passo que está por ser dado será apenas o primeiro, numa transição que promete ser bastante difícil, demandando mudanças que possam nos ajudar a escapar da inércia que marcou os últimos anos e que em parte ajuda a compreender as dificuldades atuais.

Para resumir, e com plena consciência de que a batalha principal ainda está longe de ser ganha, cabe registrar e enaltecer este movimento de saudável agregação que, esperamos, possa ficar como um novo padrão de gestão pública e articulação com o setor privado, algo essencial quando, vencida a pandemia, derrotado a coronavírus, tenha início então o processo de recuperação plena de todas as atividades econômicas, em bases criativas e inovadoras, podendo assim gerar prosperidade que, simultaneamente, signifique mais negócios, mais oportunidades e melhores condições de vida para todos. Não será fácil, mas com certeza é perfeitamente possível.

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