COTAÇÃO DE 14/05/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,2710

VENDA: R$5,2710

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,2700

VENDA: R$5,4330

EURO

COMPRA: R$6,3961

VENDA: R$6,3990

OURO NY

U$1.843,90

OURO BM&F (g)

R$311,62 (g)

BOVESPA

+0,97

POUPANÇA

0,2019%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Opinião Opinião-destaque
Aeroporto da Pampulha
Crédito: Carlos Alberto/Imprensa MG

As indefinições com relação ao destino do Aeroporto da Pampulha podem estar mais próximas do fim com a decisão do Ministério da Infraestrutura de retirar da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) a gestão do aeroporto, que passará ao governo mineiro a partir do dia 1º de janeiro próximo.

Ao assinar as portarias que mudam o status do Pampulha, o ministro Tarcísio Gomes de Freitas disse que estava sendo atendida antiga demanda do governo mineiro, que considera aquele aeroporto, ainda o terceiro em movimentação no Estado, perdendo apenas para Confins e Uberlândia, estratégico para a infraestrutura de transportes regional.

PUBLICIDADE

A imediata reação da administração estadual, mandando publicar o chamado Procedimento de Manifestação de Interesse com o objetivo de receber estudos e subsídios técnicos para estruturação do projeto de concessão, etapa que deve ser cumprida até o próximo dia 20, sugere consciência com relação à importância do Pampulha ou, quando menos, o entendimento de que um equipamento daquele porte não pode ser abandonado, morrendo aos poucos.

Fica no ar, de fato, a impressão de que a bússola agora está apontando para a direção correta, inclusive com a antecipação de que o modelo de concessão deverá, obrigatoriamente, estar alinhado com o Plano de Desenvolvimento do Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte, portanto em harmonia e, imagina-se, caráter complementar, com as operações de Confins, que acaba de ganhar o status de Aeroporto Industrial.

São aeroportos diferentes e com papéis diferentes, não concorrentes mas necessariamente complementares, facilitando e ampliando a movimentação de passageiros, com ganhos mútuos.

Além do governo do Estado, que trabalha com este objetivo, já surgiram indicações de que a concessionária de Confins, antes totalmente arredia à possibilidade de incremento das atividades na Pampulha, teria entendido que a integração trará escala e benefícios para os dois aeroportos.

É o que interessa, é o que pode e deve ser feito, com benefícios para os operadores dos dois aeroportos, para as companhias aéreas e para os passageiros, enquanto o Estado ganha um complexo aeroportuário com posição altamente estratégica no território nacional, o que também pode significar vantagens para todos os players.

São motivos mais que suficientes para que se espere que todos estes planos sejam levados à frente com sucesso, em circunstâncias que inclusive descartam a hipótese de alienação do controle acionário atualmente em poder da Infraero, livrando a estatal, nesse caso em particular, de prejuízos que se acumulam ano a ano.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

CONTEÚDO RELACIONADO

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!