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Bolsonaro diz que Ford queria subsídios para continuar no País

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Bolsonaro | Crédito: REUTERS/Ueslei Marcelino
Bolsonaro | Crédito: REUTERS/Ueslei Marcelino

Brasília – O presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem que lamenta a perda de 5 mil empregos com o anúncio na véspera da Ford de que encerrará sua produção no País, mas acusou a montadora norte-americana de não falar a verdade e disse que a empresa queria a manutenção de subsídios.

“Lamento 5 mil empregos perdidos, mas a imprensa não fala que, em novembro, nós criamos 414 mil empregos. Então, perdemos 5 mil agora, repito: lamento”, disse.

“Mas o que a Ford quer? Faltou a Ford dizer a verdade, né? Querem subsídios. Vocês querem que continue dando R$ 20 bilhões pra eles como fizeram nos últimos anos? Dinheiro de vocês, de impostos de vocês para fabricar carro aqui? Não. Perdeu a concorrência, lamento”, emendou ele, em conversa com apoiadores transmitida em uma rede social.

Na segunda-feira (11), a Ford anunciou que fechará suas três fábricas no País neste ano – localizadas em Taubaté (SP), Camaçari (BA) e Horizonte (CE) – como parte de uma reestruturação que a empresa afirma ser global e que já havia atingido em 2019 a histórica unidade da companhia em São Bernardo do Campo (SP).

Ontem, ao falar com apoiadores, Bolsonaro atribuiu o fechamento das fábricas da montadora norte-americano ao ambiente competitivo do Brasil.

“Saiu porque, num ambiente de negócios, quando você não tem lucro, você fecha. Assim é na vida”, afirmou. “Negócio é negócio. Deu lucro, o cara fica aqui, não deu lucro, o cara não produz mais aqui e fecha”, afirmou.

Procurada, a Ford não comentou de imediato as declarações do presidente.

Covid – Em meio ao aumento recente do número de casos e mortes por Covid-19 no País, Bolsonaro voltou a defender ontem que governadores e prefeitos não adotem novas medidas de restrição de circulação de pessoas e destacou que a vida e a economia “andam de braços dados”.

“Devemos estar a nossa economia fora da UTI como outros países ainda mantém até hoje e graças a Deus que iluminem governadores e prefeitos para que não fechem tudo. Essa não é a política correta. Vida e economia andam de braços dados, não podemos falar em saúde sem emprego”, disse.

Em solenidade no Palácio do Planalto de comemoração dos 160 anos da Caixa Econômica Federal, Bolsonaro afirmou que o governo “não ceifou um só emprego, muito pelo contrário, manteve milhões de empregados pelo Brasil”, em uma alusão às medidas tomadas para manutenção de postos de trabalho pelo governo.

O presidente elogiou no discurso autoridades do governo e citou a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, que tem mostrado o agronegócio brasileiro no exterior, frisando que o “homem do campo não parou” durante a pandemia.

Na introdução, Bolsonaro disse rapidamente que o governo está cada vez mais se entendendo com o Poder Legislativo. Em fevereiro, haverá a sucessão pelo comando da Câmara e do Senado no qual ele apoia, respectivamente, o deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). (Reuters)

Presidente volta a defender o voto impresso

Brasília – O presidente Jair Bolsonaro rechaçou ontem afirmações de que estaria estimulando uma eventual invasão de simpatizantes à Câmara dos Deputados ao defender a aprovação de uma proposta legislativa para adotar o voto impresso no País.

“Estão falando que eu estou querendo invadir a Câmara… Quem invadiu foi o pessoal do PT, do MST”, disse ele, citando invasão, liderada pelo então dirigente do Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST) e então membro da Executiva do PT Bruno Maranhão, à Câmara em 2006.

“Quando eu falo que estou querendo evitar isso, eu sou acusado de querer estimular aí rupturas democráticas. Pelo contrário, deixo bem claro, vai continuar o voto eletrônico, apenas vai ter uma urna ao lado e vai cair o voto”, emendou.Na semana passada, Bolsonaro disse que o Brasil poderia enfrentar um cenário pior que o vivido pelos Estados Unidos após apoiadores do presidente Donald Trump invadiram o prédio do Congresso, caso o país não adote o voto impresso na eleição presidencial de 2022. (Reuters)

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