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Política
agricultura familiar
Crédito: Divulgação

O governador Romeu Zema assinou ontem, por meio de videoconferência, o Decreto 47.999, que regulamenta o Programa Estadual de Cooperativismo da Agricultura Familiar e Agroindústria de Minas Gerais (Cooperaf-MG).

Em 2019, as cooperativas representaram 10,2% do PIB do agronegócio no estado.

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Entre os principais objetivos do programa, que será coordenado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), destaca-se o apoio à organização dos trabalhadores rurais em economia familiar e das cooperativas da agricultura familiar e da agroindústria, o que inclui ações de formação, fomento, crédito, assistência técnica e extensão rural.

De acordo com Zema, esta é mais uma pauta importante do agronegócio que avança na sua gestão, já que o assunto é discutido desde 2017. Para o governador, isso demonstra que sua administração está empenhada na simplificação da vida de quem produz, gera emprego e paga impostos.

“Estamos dando mais um passo com a assinatura deste decreto. É preciso olhar para quem realmente necessita: o pequeno produtor, que é aquele que não tem escala para comprar e para vender. Dessa forma, fortalecemos ainda mais a agricultura no Estado”, afirmou.

Incentivo – Para a secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Valentini, o decreto incentivará a formação das cooperativas de agricultura familiar e agroindústria em Minas.

“No ano passado, durante a crise no preço do café, os produtores que estavam organizados por meio de cooperativas conseguiram atravessar o período com mais tranquilidade. Isso demonstra a força do setor”, ressaltou.

O presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg), Ronaldo Scucato, lembrou que as gigantes do cooperativismo são compostas por pequenos produtores.

“Na Cooxupé, por exemplo, que é a maior cooperativa de café do mundo, 85% dos cooperados são pequenos. Sozinhos, eles não conseguiriam colocar um grão de café na Europa, Ásia e Oceania”, disse.

Fortalecimento – O diretor técnico do Sebrae Minas, João Cruz Reis Filho, lembrou que onde o cooperativismo vai bem, a economia está aquecida. “Minas Gerais é um exemplo de governança no setor. Fortalecer o cooperativismo é potencializar o desenvolvimento econômico”, lembrou.

O deputado federal e presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais, Vilson Luiz da Silva, destacou o trabalho desenvolvido pelo Governo de Minas. “A equipe entendeu nossas necessidades na construção do decreto. Hoje é um dia para comemorar”, afirmou.

História – A primeira cooperativa do Brasil foi criada em 1889 em Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais. Passados 131 anos, o estado ocupa a segunda colocação em número de cooperativas (756), sendo 25% ligadas à agropecuária (190), segundo o levantamento feito em 2020 pelo Sistema Ocemg.

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