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Estado vai enviar vacinas de reserva a municípios

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Romeu Zema e o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, apresentaram ontem os últimos dados sobre o avanço da pandemia em Minas Gerais | Crédito: Gil Leonardi - Imprensa MG

A vacinação contra a Covid-19, considerada a principal forma de controlar a pandemia, será ampliada em Minas Gerais. Para garantir a maior vacinação, o governador do Estado, Romeu Zema, anunciou que os 5% de doses das vacinas estocadas para reserva técnica do Estado serão disponibilizadas. Além disso, as prefeituras que estão com o processo de imunização mais acelerado, irão receber maiores volumes do imunizante.

Em coletiva, realizada ontem, Zema ressaltou ainda que, no pior momento da pandemia de Covid-19, o grande receio do Estado é a falta de medicamentos para sedação, cujos estoques são baixíssimos e a situação é considerada crítica.

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Em relação à vacinação, o estoque será distribuído entre os municípios do Estado. Os que tiverem com o processo mais acelerado, serão beneficiados com um volume maior.

“A reserva técnica de 5% que sempre foi estocada agora será enviada aos municípios para que haja maior disponibilidade de vacinas. Não é recomendado estocar doses neste momento. A vacina só resolve nosso problema quando ela é aplicada no braço de quem precisa, e não dentro do refrigerador aguardando. A vacinação é a única solução definitiva para a pandemia”, disse.

Um dos principais problemas enfrentados atualmente é a falta de medicamentos para a intubação de pacientes. De acordo com Zema, antes do agravamento da pandemia, os hospitais mantinham estoques para cerca de 60 dias, prazo que hoje foi reduzido para um a três dias.

“A situação é crítica e muito preocupante. Estamos correndo risco de pacientes intubados acordarem porque faltou sedativos, isso não pode ocorrer de forma alguma. A deficiência no fornecimento aconteceu pela mudança do Ministério da Saúde que fez requisição administrativa dos insumos junto às indústrias. Até há poucas semanas, cada unidade pedia direto na indústria e como a requisição administrativa o Ministério passou a acessar essa produção e não consegue distribuir na velocidade adequada”.

Ainda segundo Zema, a indústria de medicamentos triplicou a produção, mas o consumo aumentou dez vezes.

“Estamos tentando, de todas as formas, solucionar o problema. Tentamos importar, mas está em falta no mercado mundial. A situação é crítica e amanhã poderemos ter notícias desagradáveis caso o fornecimento não seja normalizado”, explicou.

Ao longo da coletiva, Zema também explicou que o desabastecimento dos hospitais em relação ao oxigênio foi solucionado. Além do apoio da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), que arrecadou cilindros, a adaptação feita nos hospitais para utilizar oxigênio em tanque, ao invés do cilindro, contribuiu para a normalização.

Índices Apesar do momento crítico, os índices de contaminação em Minas Gerais, segundo o secretário de Estado de Saúde (SES-MG), o médico Fábio Baccheretti, estão caminhando para uma estabilidade, resultado das medidas mais severas impostas pela onda roxa, do Programa Minas Consciente. A expectativa é que novas regiões possam avançar para a onda vermelha, que é menos restritiva.

“Estamos vendo uma mudança da onda roxa no Estado, com o crescimento da onda vermelha. Este crescimento vem acontecendo nas regiões que entraram na roxa antes. Isso mostra que as medidas têm sido efetivas, apesar de ocorrer em um período mais longo que o esperado e está muito relacionado à nova cepa de Manaus, que tem índice de transmissão maior”, explicou Baccheretti.

Os últimos dados do governo mostram que, a partir da próxima segunda-feira (12), a macrorregião de saúde do Triângulo do Sul e as microrregiões de São Gotardo, Montes Claros/Bocaiúva e Taiobeiras poderão avançar para a onda vermelha, que é menos restritiva que a roxa. A macrorregião do Triângulo do Norte e a microrregião de Patos de Minas foram as primeiras a progredirem e estão na onda vermelha desde 31 de março.

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