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Indústria apresenta propostas para Arthur Lira

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Flávio Roscoe | Crédito: Franco Serrano / Fiemg
Flávio Roscoe | Crédito: Franco Serrano / Fiemg

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) entregou uma lista com 27 propostas que os empresários mineiros consideram relevantes para a melhoria do ambiente de negócios no Estado ao candidato à presidência da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Com agenda extensa na capital mineira nos últimos dias, o parlamentar também se reuniu com o governador Romeu Zema (Novo), com o prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) e com o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Agostinho Patrus (PV).

Entre os pleitos apresentados pela Fiemg estão as reformas administrativa e tributária, além de inclusão de temas, a maioria relativos às relações trabalhistas. E também questões tributárias e de meio ambiente.

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De acordo com o presidente da entidade, Flávio Roscoe, todas elas pertinentes ao ambiente de negócios e à segurança jurídica no Estado. “Além dos projetos de lei que consideramos prioritários, abordamos questões e propostas para que o setor produtivo possa crescer, empregar e pagar mais tributos. E temos grandes expectativas com relação à votação nos próximos dias. Fizemos o convite para todos os candidatos”, revelou.

Ainda conforme o dirigente, a entidade concorda com Lira quando o assunto são as tão esperadas reformas estruturais e que a reforma administrativa deve preceder a tributária. “Com o Estado do tamanho que está, a tendência é que a reforma tributária venha aumentar a carga tributária que pesa sobre cada brasileiro. Se você reduz o tamanho do Estado primeiro, é possível fazer uma reforma tributária que não exija aumento da arrecadação”, justificou.

Diálogo – O deputado, por sua vez, citou não apenas a reunião na sede da Fiemg, mas também os diversos encontros que teve na Capital em busca de apoio. Segundo ele, o momento foi de “abertura de diálogo”, uma vez que passe a liderar a Câmara a partir do próximo mês.

“Tivemos uma visita ao prefeito de Belo Horizonte, em um ato de aproximação, de abertura de pontes, de diálogo junto com a bancada mineira. Estivemos na Assembleia Legislativa, com o presidente e diversos deputados, e também uma reunião com o governador Zema no BDMG. Na Fiemg viemos ouvir também o que pensam empresários. Anotar e levar essas demandas e dar à bancada de Minas Gerais que é, como eleita pelo povo, interlocutora do Estado perante todos os poderes e outros setores do estado”, detalhou.




Lira também ressaltou a opinião de que deve haver um entendimento entre as duas casas legislativas em Brasília e que, neste caso, Minas Gerais tem a possibilidade de ter o presidente do Senado – se referindo à candidatura de Rodrigo Pacheco (DEM).

E lembrou que no Senado está a chamada PEC Emergencial, que para ele precisa ser discutida e votada no primeiro trimestre. Enquanto na Câmara, as prioridades são as reformas administrativa e tributária, além do orçamento que precisa ser votado rapidamente, ainda em fevereiro, “para que o Brasil tenha previsibilidade de como vai se comportar todas as situações ainda no momento de pandemia”.

“Também recebi do presidente (da Fiemg) uma pauta extensa de prioridades de projetos que se encontram na Câmara e outros tantos temas que precisam ser tratados e, se for o caso, colocados em apreciação pelos parlamentares do Brasil e de Minas Gerais”, afirmou.

O candidato à presidência da Câmara falou ainda que caso seja eleito, pretende liderar a Casa com harmonia e diálogo. “Nosso mantra é diálogo, franqueza e transparência. Diálogo à exaustão e condução independente, democrática e harmoniosa. O Brasil não aguenta passar 2021 brigando, discutindo, esticando corda. Precisamos dar demonstrações claras para a população, para quem produz, para quem segura esse país nas costas, de que Brasília não atrapalhará. E se ela não atrapalha, o Brasil dá certo”, completou.

Por fim, o parlamentar foi questionado sobre uma possibilidade de abertura de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro, e respondeu que este é um assunto do atual presidente da Casa. “Não quero diminuir em nenhum dia o mandato do atual presidente e até lá, ele quem tem que se posicionar sobre esse assunto”, finalizou.

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