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Política

Lula lidera a corrida das eleições para o Palácio do Planalto

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Ex-presidente tem 45% das intenções de voto para as próximas eleições, aponta a Quaest | Crédito: REUTERS/Amanda Perobelli
Crédito: REUTERS/Amanda Perobelli

São Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando a corrida para o Palácio do Planalto na eleição de outubro, com grande vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL), que segue isolado na segunda posição, mostrou pesquisa do instituto Quaest para a Genial Investimentos.

De acordo com a pesquisa, Lula aparece com 45% das intenções de voto, ante 47% na pesquisa anterior feita em dezembro, ao passo que Bolsonaro soma 23%, contra 25% no levantamento anterior. O ex-ministro e ex-juiz Sergio Moro (Podemos) soma 9%, ante 10%, enquanto Ciro Gomes (PDT) aparece com 5%, contra 7%.

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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foi citado por 3% enquanto a senadora Simone Tebet (MDB-MS) pontuou 1%. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e Felipe D’Ávila (Novo) não pontuaram.

A pesquisa mostrou ainda que Lula lidera com folga em todos os cenários de segundo turno. O petista venceria Bolsonaro por 54% a 30%, Moro por 50% a 30%, Ciro por 52% a 21%, Doria por 55% a 15% e Pacheco por 57% a 14%.

Bolsonaro, por sua vez, seria derrotado num eventual segundo turno também por Moro – 36% a 30% a favor do ex-juiz – e por Ciro – 39% a 32% para o pedetista.

A pesquisa também indagou sobre a avaliação dos eleitores sobre o governo Bolsonaro. O percentual dos que veem a gestão de forma negativa manteve-se em 50%, ao passo que 25% a veem como regular, ante 26% em dezembro, e 22% têm avaliação positiva, contra 21% na pesquisa anterior.

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O instituto Quaest entrevistou 2 mil pessoas entre os dias 6 e 9 de janeiro. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

Ataques – O presidente Jair Bolsonaro aproveitou uma solenidade no Palácio do Planalto para fazer um duro ataque ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, hoje seu principal adversário na corrida eleitoral, no dia em que uma nova pesquisa confirmou a liderança folgada do petista.

No evento de lançamento de linhas de crédito para aquicultura e pesca, Bolsonaro disse – sem citar nominalmente Lula e ressalvando não ter provas – que “aquele cidadão” estaria conseguindo apoio mesmo com a “vida imunda” por meio de um loteamento de cargos em um futuro governo dele.

Após elogiar o trabalho da sua equipe, o presidente disparou: “Só com pessoas com esse espírito, que muitos de vocês, a maioria de vocês que trabalham comigo poderiam estar muito bem fora, mas estão aqui dando a sua cota de sacrifício ajudando esse Brasil aqui realmente vencer a crise que se encontra no momento e fazendo também com que não volte para mãos de bandidos, canalhas, que ocupavam esse espaço aqui para assaltar o País por um projeto de poder que cujo ato final seria roubar a nossa liberdade”, disse.

Mendonça requer informações sobre fundo

Brasília – O novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça pediu ontem informações à Presidência da República e às duas Casas Legislativas do Congresso Nacional sobre a criação do fundo eleitoral para as campanhas deste ano, alvo de questionamento em ação movida pelo Partido Novo.

Essa foi a primeira decisão pública de Mendonça desde que foi empossado ministro do STF em dezembro. Ele foi o segundo indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para a corte.

O Novo questiona trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que permitiu a elevação dos recursos do fundo eleitoral. Após uma série de embates e pressão pública, o Congresso aprovou disponibilizar R$ 4,9 bilhões em verba pública para as campanhas este ano – inicialmente o repasse poderia chegar a R$ 5,7 bilhões.

Mendonça, que não tomou nenhuma decisão liminar, determinou que a instrução do processo tenha um rito abreviado e seja apreciado pelo plenário após ouvir a manifestação de envolvidos.

“(…) Requisitem-se, com urgência, informações ao presidente da República, à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal… no prazo de cinco dias”, disse.

“Em seguida, abra-se vista dos autos ao Advogado-Geral da União e ao Procurador-Geral da República pelo prazo de três dias, com a finalidade de que acostem aos autos suas manifestações”, acrescentou.

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