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Política

Romeu Zema lidera as intenções de votos

Governador é seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexadre Kalil, com 30%, aponta a pesquisa Genial/Quest

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Em um eventual segundo turno, Zema teria 48% dos votos, contra 35% de Alexandre Kalil | Crédito: Gil Leonardi / Imprensa MG

São Paulo – O governador Romeu Zema (Novo) aparece à frente na mais nova pesquisa Genial/Quaest em cenário de primeiro turno para as eleições em Minas Gerais, com 41% das intenções de voto. Atrás dele, estão o ex-prefeito Alexandre Kalil (PSD), com 30%, e o senador Carlos Viana, com 9%.

Brancos, nulos e os que dizem não querer votar em outubro somam 11%. Os indecisos são 10%.

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Zema busca a reeleição ao Governo do Estado, enquanto Kalil ainda tenta formalizar um palanque com apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Há ainda divergências entre PT e PSD sobre qual será o candidato de uma eventual coligação entre eles.

Já Viana conta com o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL), que também mantém pontes com Zema.

Em uma projeção de segundo turno entre o atual governador e o ex-prefeito de Belo Horizonte, Zema marca 48%, contra 35% de Kalil. Brancos e nulos e os que dizem não querer votar em outubro são 9%, além de 8% de indecisos.

O instituto ouviu de forma presencial 1.480 pessoas no estado de 7 a 10 de maio, e a margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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O nível de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa da Quaest é financiada pela corretora de investimentos digital Genial Investimentos, que é controlada pelo Banco Genial.

Presidência

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança na eleição presidencial de outubro, mantendo 44% das intenções de voto, de acordo com nova rodada da pesquisa Ipespe, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) oscilou positivamente, dentro da margem de erro, e passou para 32%, ante 31% na sondagem anterior.

A pesquisa, divulgada na sexta-feira (13), aponta ainda que os demais pré-candidatos mantiveram-se estáveis, com Ciro Gomes (PDT) na terceira colocação, com 8% das intenções de voto. João Doria (PSDB) tem 3%, André Janones (Avante), 2%, e Simone Tebet (MDB), 1%. Os demais candidatos não pontuaram.

Em simulações de segundo turno, Lula continua a vencer em todos os cenários. No mais provável até o momento, contra Bolsonaro, Lula venceria por 54% a 35%, uma diferença de 19 pontos percentuais. A pesquisa anterior, feita mais cedo em maio, apontava vitória de Lula por 54% a 34%.

A rejeição dos candidatos também se mantém estável em relação à pesquisa anterior, feita no início de maio. Nesse momento, 43% dos entrevistados dizem não votar em Lula de jeito nenhum, mesmo patamar da pesquisa anterior. Outros 59% não votariam em Bolsonaro, um ponto percentual a menos que na pesquisa anterior.

Avaliação

Em linha com as intenções de voto do presidente, a avaliação do governo Bolsonaro também oscilou positivamente, dentro da margem de erro.

Os que consideram o governo ruim ou péssimo somaram 51%, ante 52% na pesquisa anterior. Já os que o avaliam como ótimo ou bom foram 32%, ante 31%, e os que apontam a gestão como regular ficaram em 17%, eram 16% antes.

O percentual de entrevistados que desaprovam o governo ficou em 60%, ante 62%, e os que aprovam somaram 35%, mesmo patamar da pesquisa anterior.

A inflação continua no centro das preocupações dos brasileiros, apontou o levantamento. A pesquisa mostrou que 77% das pessoas avaliam que os preços aumentaram muito nos últimos meses –eram 73% no início de maio– e outras 21% avaliaram que os preços aumentaram, ante 22% no levantamento anterior. Somente 1% disseram que os preços diminuíram, mesmo patamar do início do mês.

Além disso, 41% acreditam que os preços seguirão aumentando, ante 42%, e outros 22% avaliam que aumentarão muito, contra 20%. Para 22% os preços ficarão estáveis – ante 21% -, 10% esperam que eles diminuam – contra 12% – e apenas 1% apostam que cairão muito, mesmo patamar da pesquisa anterior.

A pesquisa ouviu mil pessoas, por telefone, em todas as regiões do País, entre os dias 9 e 11 de maio. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

Presidente do PSB diz que a 3ª via não tem chances

Rio  – A terceira via não tem a menor chance nas eleições presidenciais desse ano e a tendência é que seus candidatos desidratem até outubro, numa eleição que será polarizada entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), disse o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, na sexta-feira (13).

O PSB terá o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula. Para Siqueira, Lula e Bolsonaro são os dois únicos candidatos com chance de disputar o Palácio do Planalto.

“A terceira via não tem chances… não se fábrica ou produz lideranças, isso se forja na luta“, disse Siqueira à Reuters durante o evento “Pensar Brasil”.

“Não há terceira via capaz de chegar ao segundo turno e a polarização se deu com duas lideranças postas“, disse Siqueira. “O nome por si só já é ruim, é terceira por que não é nem primeira nem segunda.

Lula e Bolsonaro lideram as pesquisas de intenção de voto com ampla margem sobre os demais candidatos. Levantamento divulgado nesta sexta mostrou o petista com 44% das intenções de voto e o atual presidente com 32%, enquanto Ciro Gomes (PDT) aparece com 8%; João Doria (PSDB) tem 3%, André Janones (Avante), 2%, e Simone Tebet (MDB), 1%.

“As pessoas dessa dita terceira via são base do atual governo, responsáveis por toda política econômica fracassada que está aí. O que de diferente eles podem fazer? Acho lamentável a polarização, mas temos que enfrentar e mostrar nosso projeto“, acrescentou.

O presidente do PSB comemorou a aliança com o PT, e disse que Lula pode vencer a eleição já no primeiro turno.

“Ainda acho ousadia vencer no 1º turno, mas a polarização pode ajudar a resolver as eleições no primeiro turno“, disse.

A chapa Lula-Alckmin tem como alicerces de campanha a redução da desigualdade social, geração de empregos, expansão da economia, sustentabilidade, preservação do meio ambiente e a “ volta a plenitude democrática”, afirmou Siqueira.

“Temos uma economia que não cresce, inflação e desemprego em alta. Não geraram empregos com a reforma trabalhista e não vieram investimentos coma reforma da Previdência, e temos um presidente que não acredita na democracia e nos valores democráticos“, avaliou. (Reuters)

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