Orquestra Sinfônica de Minas Gerais celebra 50 anos com concerto no Palácio das Artes

Sob regência do maestro Roberto Duarte, concerto comemorativo reúne diferentes compositores
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Orquestra Sinfônica de Minas Gerais celebra 50 anos com concerto no Palácio das Artes
Maestro Roberto Duarte rege a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais no concerto comemorativo de 50 anos do corpo artístico | Foto: Divulgação Paulo Lacerda

A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) vai celebrar o cinquentenário nesta quarta-feira (2 de setembro) às 20h, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. Sob regência do maestro Roberto Duarte, que já esteve à frente da orquestra em outras ocasiões como maestro convidado, o concerto reúne diferentes compositores cujas obras, em conjunto, tecem a trajetória e caracterizam a identidade do corpo artístico. Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira) pela plataforma Sympla e na bilheteria do Palácio das Artes.

A OSMG foi criada em 1976 pela Lei Estadual nº 6.862, que é um conjunto de excelência reconhecido no Brasil e no exterior. Ao longo de cinco décadas, a OSMG consolidou sua atuação em concertos, óperas e balés, tanto em teatros e outros espaços culturais como ao ar livre, participando de importantes produções artísticas em Minas Gerais e dividindo o palco com artistas e grupos nacionais e internacionais.

Em 2013, a orquestra foi reconhecida como Patrimônio Histórico e Cultural de Minas Gerais. Mais recentemente, em 2024, recebeu o 21º Prêmio Rádio MEC na categoria Melhor Intérprete de Música Clássica, pela execução de “Teotihuacan” (2023), do compositor mineiro Andersen Viana.

Entre períodos, compositores e tradições distintas, o programa dos 50 anos da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais vai revisitar obras que dialogam com momentos de sua história. Ao aproximar referências da música clássica europeia, da produção brasileira e mineira, o concerto abre espaço para vislumbrar os caminhos da OSMG que ainda estão por vir.

No repertório, dentre outros compositores, estão Wolfgang Amadeus Mozart, Villa-Lobos e Ernani Aguiar, com a “SinfoniettaSecondaCarnevale”. A obra reúne, em quatro movimentos -samba, frevo, marcha rancho e escola de samba -, ritmos e danças populares do Carnaval, explorados em uma escrita sinfônica marcada pela vitalidade rítmica. A peça também propõe uma interação com o público em sua parte final, reforçando o caráter festivo.

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