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Orquestra Sinfônica de Minas Gerais apresenta concerto com trilhas do Studio Ghibli

Evento convida o público a revisitar universos encantadores criados pelo Studio Ghibli
Orquestra Sinfônica de Minas Gerais apresenta concerto com trilhas do Studio Ghibli
Concerto nesta terça (9) e quarta-feira (10) “Música de Cinema - Studio Ghibli” terá como regente André Brant, maestro-residente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais | Foto: Divulgação Paulo Lacerda

A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG) apresenta nesta terça (9) e quarta-feira (10), às 20h, o concerto “Música de Cinema – Studio Ghibli”, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. A apresentação será regida por André Brant, maestro-residente da orquestra. O programa convida o público a revisitar universos encantadores criados pelo Studio Ghibli, uma das maiores produtoras de animação do mundo, em uma experiência sonora cheia de lirismo, fantasia e emoção.

No repertório, estarão trilhas compostas por Joe Hisaishi para clássicos como “O Castelo no Céu” (1986), “Meu Amigo Totoro” (1988), “Princesa Mononoke” (1997), “A Viagem de Chihiro” (2001), “O Castelo Animado” (2004) e “Ponyo” (2008) ganham novas cores em versões sinfônicas especialmente elaboradas para a ocasião. Os arranjos são assinados por Marcelo Ramos, Mateus Araújo, João Viana, Fillip Mateus e Fred Natalino.

O Studio Ghibli é uma produtora de animação japonês, sediado em Koganei, região metropolitana de Tóquio. Fundado em 1985, já produziu 23 longas de animação, sendo o primeiro “O Castelo no Céu” (1986) e o mais recente “O Menino e a Garça” (2023). Filmes do Studio Ghibi já ganharam o prêmio máximo do cinema mundial. “A Viagem de Chihiro” ganhou Oscar de Melhor Filme de Animação no ano de 2003 e “O Menino e a Garça” repetiu o feito ao levar o prêmio de animação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em 2024.

“Eu acredito que os filmes e as músicas do Studio Ghibli seguem agradando depois de muito tempo porque o compositor sabe captar a emoção em suas músicas. Ela não tem simplesmente a função de ilustrar uma determinada passagem, mas segue a narrativa dos filmes, focando na emoção, na delicadeza e na natureza. Outro elemento importante é a sua colaboração recorrente com o estúdio. Hisaishi compôs música não somente para uma produção, mas diversas. Portanto, ele conhece muito bem a essência dos filmes e contribui ativamente na construção da narrativa ao invés de simplesmente ilustrar uma cena”, afirma o maestro André Brant.

Os ingressos são a preços populares no valor de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) e podem ser adquiridos na bilheteria do Palácio das Artes e também na plataforma Sympla.

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