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Governo negocia com Peru abertura para carne brasileira

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Brasília – Em viagem ao Acre, onde foi acompanhar o início da primeira colheita de soja no estado, a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, informou que está negociando junto ao governo do Peru a abertura do mercado daquele país para a carne brasileira. Ela disse que não faz sentido o Peru comprar carne de países distantes, como Austrália e Estados Unidos, e estar com o mercado fechado para a produção de excelente qualidade do Brasil.

“Nós já estamos bem encaminhados”, disse Tereza Cristina, em relação às negociações com o governo peruano. “Vamos ter uma missão, em breve, para o Peru, para abrir o mercado de carnes”, completou.

A ministra visitou a primeira plantação de soja da Fazenda Mariana, nos arredores de Rio Branco, a capital do estado, e ficou satisfeita ao conversar com a produtora rural Fátima Maciel, integrante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do estado. Fátima contou à ministra que tinha medo de plantar soja, porque diziam a ela que o produto deixava os solos inférteis. Mas ela finalmente teve acesso à cultura e se surpreendeu positivamente.

“O solo é adubado pela palha da colheita e continua fértil. A palha funciona como adubo”, disse a trabalhadora. “Ouvir esse depoimento já valeu a minha viagem”, respondeu a ministra.

Febre aftosa – A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, realizada em novembro, imunizou 94,87 milhões de bovinos e búfalos no País, dos 96,31 milhões previstos, segundo dados do Mapa. Com isso, a cobertura vacinal atingiu 98,50% do rebanho. A maior parte dos estados vacinou animais com idade de até 24 meses. As exceções foram o Acre, Amapá, Espírito Santo e Paraná, que vacinaram animais de todas as idades, de acordo com dados informados pelo Departamento de Saúde Animal e Insumos Pecuários.

Na etapa de novembro de 2018, foi usada, pela última vez, a vacina de 5 ml. A partir deste ano, nas etapas de vacinação, nova dose de 2 ml bivalente (para dois tipos de vírus) será utilizada. As campanhas iniciarão em 15 de março no Amazonas, concentradas nos meses de maio (1ª etapa) e de novembro (2ª etapa) na maioria das unidades federativas.

Os produtores precisam estar atentos para usar a dose correta da vacina – 2 ml – para não haver sobredosagem no animal, que pode provocar caroços, edemas, inchaços e até abscesso, no caso eventual de contaminação. (Com informações do Mapa).

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