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A queda no volume exportado de Minas chegou a 17,6%, com o embarque de 48,864 milhões de toneladas | Crédito: Divulgação
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O saldo da balança comercial mineira registrou superávit de US$ 6,198 bilhões no acumulado dos cinco primeiros meses de 2020, de acordo com os dados divulgados pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais (Secint) do Ministério da Economia.

No entanto, o resultado foi 7,6% menor do que os US$ 6,715 bilhões apurados em igual época de 2019 e reflete a desaceleração mundial causada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

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Quando considerado o volume transportado, a queda foi ainda maior e chegou a 18,83% sobre o mesmo intervalo do ano passado. Enquanto no acumulado de janeiro a maio deste exercício, a diferença entre exportações e importações somou 44,74 milhões de toneladas, na mesma época de 2019 chegou a 55,124 milhões de toneladas.

Apenas em maio, as cifras do comércio exterior de Minas chegaram a US$ 1,521 bilhão contra US$ 1,574 bilhão no quinto mês de 2019, indicando recuo de 3,36%. Os volumes transportados diminuíram 9,93% também na comparação com maio do último ano, já que saíram de 11,067 mil toneladas no ano anterior para 0,968 mil toneladas no mês passado.

Quando considerada apenas as exportações, o valor no acumulado de 2020 continua em queda. Os embarques somaram US$ 9,437 bilhões nos cinco primeiros meses do ano, representando baixa de cerca de 8% sobre os US$ 10,279 bilhões no mesmo período do exercício anterior. Na mesma comparação, as importações em 2020 chegaram a US$ 3,239 bilhões, contra US$ 3,564 bilhões, indicando baixa de 9% entre os períodos.

Em termos de volumes, as exportações no ano somaram 48,864 milhões de toneladas contra 59,330 milhões de toneladas no exercício passado, uma queda de 17,6%. Já nas importações, o volume foi de 4,124 milhões de toneladas de janeiro ao mês passado sobre 4,206 milhões de toneladas no mesmo intervalo de 2019, baixa de 1,9%.

Somente em maio, as exportações somaram US$ 2,137 bilhões neste ano, contra US$ 2,298 bilhões um ano antes. Já as importações chegaram a US$ 616 milhões ante os US$ 724 milhões em maio de 2019.

Na avaliação do professor de economia do Ibmec/MG Felipe Leroy, o resultado da balança comercial brasileira como um todo frustrou a muitos, dado que a depreciação cambial elevou a expectativa quanto aos gastos em dólar no País. No entanto, a crise causada pela pandemia do novo coronavírus também atinge nossos principais parceiros comerciais.

“Quem compra nossos produtos também está com a renda menor. A crise afetou nossos principais parceiros comerciais como Estados Unidos, China e países da Europa. Além disso, o Brasil depende de preços do mercado internacional, já que há concorrência de seus produtos. Não há expectativa, no curto prazo, de mudança deste cenário”, resumiu.

Especificamente sobre Minas Gerais, Leroy explicou que há dois problemas estruturais que intensificam ainda mais os impactos de uma crise: a falta de diversificação da matriz econômica e a deficiência de investimentos em infraestrutura logística. Segundo ele, falta competitividade ao Estado e às indústrias aqui instaladas. “Não fosse o agronegócio a situação estaria ainda pior. O setor tem segurado o desempenho mineiro”, afirmou.

Itens – Os embarques de minério de ferro somaram US$ 2,792 bilhões nos primeiros cinco meses de 2020 e na mesma época de 2019 chegaram a US$ 3,061 bilhões. Isso significa queda de 8,7% no período. Minas embarcou, entre janeiro e o mês passado, 41,857 milhões de toneladas de minério. Na mesma época de 2019 este número chegou a 52,347 milhões de toneladas, retração de 20%.

No mês, a exportação do minério de ferro totalizou US$ 597 milhões sobre US$ 705 milhões em maio de 2019, o que representa queda de 15,3% na base de comparação.

Em volume, ao todo foram 9,184 milhões de toneladas neste ano, frente a 10,465 milhões de toneladas um ano antes, queda de 12,2%.

Já as remessas de café ao exterior somaram US$ 1,544 bilhão entre janeiro e maio. Isto representa alta de 0,5% sobre os US$ 1,536 bilhão no mesmo período do ano passado. Ao todo foram 664 mil toneladas até o mês passado, contra 701 mil toneladas em 2019, retração de 5,2%.

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