Economia

Novo Caged: veja as cinco cidades que mais geraram empregos em Minas Gerais em maio

No Estado, o saldo entre admissões e desligamentos foi de 8.922 vagas
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Novo Caged: veja as cinco cidades que mais geraram empregos em Minas Gerais em maio
Foto: Reprodução/ Adobe Stock

Assim como em abril, Belo Horizonte foi a cidade que mais gerou empregos em Minas Gerais em maio, com saldo de 3.091 vagas. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado na tarde desta terça-feira (30). Conforme o relatório, BH registrou 49.778 admissões e 46.687 desligamentos, resultando no saldo citado. No total, a Capital contabilizou 1.019.691 empregos formais em maio.

As demais localidades com os melhores resultados foram Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH); Patrocínio, no Alto Paranaíba; Itabira, na região Central; e Contagem, também na RMBH. Veja os cinco municípios com melhores saldos em maio, segundo o Novo Caged:

Município Admitidos Desligados Saldo Estoque
Belo Horizonte 49.778 46.687 3.091 1.019.691
Betim 7.110 5.946 1.164 132.361
Patrocínio 2.148 1.234 914 24.088
Itabira 2.136 1.561 575 35.928
Contagem 11.863 11.415 448 221.466

Minas Gerais registrou saldo de 8.922 vagas em maio

No Estado, o saldo entre admissões e desligamentos foi de 8.922 vagas. Foram registradas 239.653 contratações no quinto mês do ano e 230.731 desligamentos. O estoque de empregos formais em Minas Gerais alcançou 4.946.701 postos de trabalho.

Reprodução/ Novo Caged

Do saldo total de 8.922 vagas, o setor de agropecuária respondeu por 4.051 postos de trabalho, seguido pelos serviços (2.689), construção (1.972), indústria (187) e comércio (27).

No Brasil, após 2.207.303 admissões e 2.134.343 desligamentos, o saldo ficou em 72.960 e o estoque em 47.877.989 em maio.

O que é o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged)

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o Caged foi criado pela Lei nº 4.923, de 23 de dezembro de 1965, que instituiu a obrigatoriedade do envio de informações sobre admissões, desligamentos e transferências de trabalhadores. Desde então, o sistema passou por reformulações e hoje é considerado uma importante fonte de dados sobre o mercado de trabalho brasileiro, com atualização mensal.

“Foi criado como instrumento de acompanhamento e fiscalização do processo de admissão e dispensa de trabalhadores regidos pela CLT, com o objetivo de assistir os desempregados e apoiar medidas de combate ao desemprego. A partir de 1986, passou a ser utilizado como suporte ao pagamento do seguro-desemprego e, mais recentemente, tornou-se também um relevante instrumento para a qualificação profissional e a recolocação de trabalhadores no mercado de trabalho”, informou a pasta, em nota.

Já o Novo Caged é a geração das estatísticas do emprego formal por meio de informações captadas dos sistemas eSocial, Caged e Empregador Web, criado em 2020.

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