Economia

Caged: veja as cinco cidades que mais geraram empregos em Minas Gerais em abril

Capital registrou saldo de 1.706 vagas e liderou o ranking estadual de geração de empregos formais
Caged: veja as cinco cidades que mais geraram empregos em Minas Gerais em abril
Belo Horizonte | Foto: Reprodução/ Adobe Stock

Belo Horizonte foi a cidade que mais gerou empregos em Minas Gerais em abril, com saldo de 1.706 vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Conforme o relatório, BH registrou 49.551 admissões e 47.845 desligamentos, resultando no saldo citado. No total, a Capital contabilizou 1.016.849 empregos formais em abril.

As demais localidades com os melhores resultados foram Paracatu, no Noroeste do Estado; Nova Lima, Contagem e Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Veja os números:

Infografia: Diário do Comércio/ Anderson Rocha

Minas Gerais registrou saldo de 8.991 vagas em abril

No Estado, o saldo entre admissões e desligamentos foi de 8.991 vagas. Foram registradas 238.791 contratações no quarto mês do ano e 229.800 desligamentos. O estoque de empregos formais em Minas Gerais alcançou 4.937.966 postos de trabalho.

Do saldo total de 8.991 vagas, o setor de serviços respondeu por 5.793 postos de trabalho, seguido pela construção (3.685), agropecuária (954) e indústria (415). O comércio apresentou saldo negativo de 1.856 vagas.

Reprodução/ Caged

O que é o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o Caged foi criado pela Lei nº 4.923, de 23 de dezembro de 1965, que instituiu a obrigatoriedade do envio de informações sobre admissões, desligamentos e transferências de trabalhadores. Desde então, o sistema passou por reformulações e hoje é considerado uma importante fonte de informações sobre o mercado de trabalho brasileiro, com atualização mensal.

“Foi criado como instrumento de acompanhamento e fiscalização do processo de admissão e dispensa de trabalhadores regidos pela CLT, com o objetivo de assistir os desempregados e apoiar medidas de combate ao desemprego. A partir de 1986, passou a ser utilizado como suporte ao pagamento do seguro-desemprego e, mais recentemente, tornou-se também um relevante instrumento para a qualificação profissional e a recolocação de trabalhadores no mercado de trabalho”, informou a pasta, em nota.

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