COTAÇÃO DE 20/05/2022

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$4,8730

VENDA: R$4,8740

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$4,9500

VENDA: R$5,0570

EURO

COMPRA: R$5,1492

VENDA: R$5,1504

OURO NY

U$1.846,53

OURO BM&F (g)

R$288,58 (g)

BOVESPA

+1,39

POUPANÇA

0,6441%

OFERECIMENTO

Economia

Confiança do setor fica estável em janeiro

COMPARTILHE

Rio de Janeiro – O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou estável de dezembro de 2018 para janeiro deste ano. Com o resultado, o indicador permaneceu em 85,4 pontos, em uma escala de zero a 200.

A estabilidade do índice foi garantida pela melhora da confiança dos empresários da construção no momento presente, já que o Índice de Situação Atual subiu 0,4 ponto, para 75,1 pontos, o maior nível desde abril de 2015 (75,5 pontos). O componente que mede a situação atual da carteira de contratos teve a maior alta: 1,3 ponto.

PUBLICIDADE




O Índice de Expectativas, que mede a confiança dos empresários da construção nos próximos meses, recuou 0,6 ponto, para 95,9 pontos. O componente com maior queda foi a demanda prevista para próximos três meses (-3,8 pontos).

De acordo com a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo, o resultado do índice indica “posição cautelosa dos empresários em relação à evolução da demanda nos próximos meses”, mas, ao mesmo tempo, mostra uma percepção mais favorável em relação ao ambiente atual dos negócios.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor variou 0,1 ponto percentual, para 66,7%.

Custo da construção – O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,4% em janeiro deste ano, acima do resultado de dezembro (0,13%). O INCC-M acumula taxa de 4,09% em 12 meses.

PUBLICIDADE




A alta da taxa de dezembro para janeiro foi provocada pelos aumentos dos custos dos serviços e da mão de obra. Os serviços, que tinham registrado taxa de 0,11% em dezembro, passaram a ter uma inflação de 0,98% neste mês. A maior taxa de janeiro foi registrada pelos serviços pessoais (1,24%).

A mão de obra passou a registrar uma taxa de inflação de 0,43% em janeiro. Em dezembro, o indicador não havia tido variação de preços. A maior taxa foi registrada pela mão de obra auxiliar (0,47%).

Os materiais e equipamentos, por outro lado, tiveram uma queda na taxa, ao passar de 0,32% em dezembro para 0,19% em janeiro. (ABr)

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!