Economia

Consumo nos supermercados cresce 6,32% em março em Minas Gerais

Alta mensal é impulsionada por mais dias de vendas e efeito da Páscoa, aponta Amis
Consumo nos supermercados cresce 6,32% em março em Minas Gerais
Foto: Adobe Stock

O consumo das famílias nos supermercados cresceu 6,32% no mês de março em relação a fevereiro em Minas Gerais. O dado é do Índice de Consumo dos Lares Mineiros, pesquisa apurada mensalmente pela Associação Mineira de Supermercados (Amis), e divulgada nessa terça-feira (5).

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Na comparação entre março deste ano e o mesmo mês de 2025, o estudo também aponta aumento na demanda no Estado: 3,33%. Alta ainda quando os parâmetros de análise estão focalizados no primeiro trimestre deste ano contra os três primeiros meses de 2025: 1,89%. Veja os dados por região mineira abaixo:

Infografia: Diário do Comércio/ Anderson Rocha

De acordo com a Amis, o levantamento é feito com empresas “de todos os portes e em todo o Estado” e os resultados são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do Brasil, apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Quando comparamos março com fevereiro, temos que considerar que são três dias de vendas a mais, o que é muito representativo no varejo supermercadista, um setor essencial no dia a dia das famílias. Outro fator importante é que parte da Semana Santa ocorreu no final de março, contabilizando para o mês uma boa parcela das compras das famílias para as celebrações da Páscoa, uma sazonalidade muito relevante no setor”, afirma o presidente executivo da Amis, Antônio Claret Nametala.

Variação regional: maior consumo no Triângulo

A comparação regional Índice de Consumo dos Lares Mineiros aponta que o maior crescimento em março sobre fevereiro foi encontrado nas cidades do Triângulo e do Alto Paranaíba, com 7,23%. Já a menor alta foi registrada nos municípios do Norte e Noroeste do Estado, com 4,74%. Apesar disso, lembra a Amis, todas as regiões tiveram “bom desempenho”.

“Uma boa notícia é a rápida recuperação da Zona da Mata, que havia registrado o menor crescimento na pesquisa anterior, em decorrência dos danos causados pelas chuvas. Na pesquisa atual, a região apresentou o segundo maior resultado no consumo, com 7,18% sobre fevereiro”, encerra Claret.

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