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REUTERS/Ueslei Marcelino

São Paulo – O consumo de eletricidade no Brasil caiu 2% em fevereiro ante o mesmo período do ano passado, no segundo mês consecutivo de retração, informou ontem a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

O desempenho negativo na demanda por energia elétrica, um importante sinalizador da atividade econômica, segue-se a uma redução em janeiro estimada em 4,3% pela CCEE.

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No mercado regulado, onde os clientes são supridos por empresas de distribuição, o consumo em fevereiro teve queda de 3,8%, apontou a CCEE, enquanto houve alta de 2,3% no mercado livre de energia, no qual grandes consumidores podem negociar contratos com geradoras e comercializadoras.

Entre indústrias que compram energia no mercado livre, houve significativa retração no consumo dos setores de veículos (-10%), madeira, papel e celulose (-7,2%) e extração de minerais metálicos (-6,2%), segundo dados ajustados da CCEE.

Já os segmentos de saneamento (22%), comércio (13,8%) e transporte (9,4%) tiveram as maiores altas.

Em meados de janeiro, a CCEE projetou que o consumo de eletricidade no Brasil deveria crescer 4,2% em 2020, o que seria a maior alta desde 2013. A previsão, no entanto, tinha como base expectativas otimistas de crescimento econômico do Brasil, que já têm sido revisadas por analistas em meio aos efeitos de um surto de coronavírus sobre a economia global.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na quarta-feira (4) que o governo também revisará suas projeções, mas que a economia brasileira deve crescer “acima de 2%” em 2020, ante projeção de 2,4% antes dos impactos do vírus.

Engie – A elétrica Engie Brasil Energia, do grupo francês Engie, poderá emitir debêntures incentivadas para financiar investimentos na modernização de uma hidrelétrica no Paraná, após autorização publicada ontem no Diário Oficial da União.

O projeto de melhorias na usina Salto Osório, um empreendimento com 1.078 megawatts em capacidade, foi enquadrado como prioritário pelo Ministério de Minas e Energia por meio de portaria que permite a emissão com incentivo fiscal.

Em documentos enviados anteriormente à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Engie disse que o investimento previsto na unidade totalizaria cerca de R$ 180 milhões.
Procurada, a Engie não comentou de imediato a autorização para a emissão. Não é possível saber quanto em debêntures a empresa poderia emitir para financiar as obras.

A empresa afirmou ao regulador que a modernização envolverá trabalhos nos geradores, turbinas e sistemas digitais de supervisão e controle da usina, compreendendo todo o “hardware” existente e a substituição de vários equipamentos.

O cronograma enviado à Aneel prevê que as atividades, iniciadas em 2019, deverão ser concluídas até julho de 2021.

A hidrelétrica Salto Osório entrou em operação comercial em 1975. Ela tem concessão válida até 2028, segundo informações do site da Engie.

Em documentos à Aneel, a Engie disse ter recebido informação do governo de que as melhorias na usina poderiam resultar em acréscimo de 13,9 megawatts médios na garantia física da usina – que representa o montante de energia que ela pode vender no mercado de energia. (Reuters)

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