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Dia das Mães supera expectativa em BH

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Valor médio gasto pelo consumidor com presente para as mães foi de R$ 157,86 | Crédito: Alisson J. Silva - Arquivo DC

A movimentação no comércio da capital mineira para o Dia das Mães aumentou na semana que antecedeu a data. Pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) mostrou crescimento de 40,7% no volume de vendas entre os dias 3 e 7 de maio, em relação às semanas anteriores.

Já os shoppings da Capital e região metropolitana tiveram movimento ainda tímido, e só assistiram a uma presença maior do consumidor no sábado que antecedeu a data, informou a Associação dos Lojistas de Shopping Centers de Minas Gerais (Aloshopping). 

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“Podemos dizer que o Dia das Mães simbolizou uma retomada para os lojistas da Capital, após o último período de fechamento em função da pandemia”, disse o vice-presidente da CDL-BH, Fernando Cardoso. Ele evitou comparar os números com o mesmo período de 2019, último ano em que o comércio de Belo Horizonte funcionou na data. 

“O ano de 2019 foi um cenário completamente diferente, sem pandemia. Obviamente não tivemos neste ano o mesmo desempenho, mas só de as vendas terem aumentado nesse patamar de uma semana para outra já significa que a retomada está acontecendo, que estamos no caminho certo. Isso nos dá esperança de recuperação para as próximas datas, que são o Dia Livre de Impostos (27 de maio) e o Dia dos Namorados (12 de junho)”, afirmou.

O valor médio gasto pelo consumidor com o presente para as mães foi de R$ 157,86, superando a expectativa de R$ 122,86 apontada em pesquisa anterior da CDL-BH. O levantamento também mostrou que a forma de pagamento predominante foi o parcelamento (50,8%). Em média, as compras foram parceladas em sete vezes no cartão de crédito. À vista no crédito foi a escolha de 29% dos consumidores e 18,5% optaram pelo pagamento no cartão de débito.

A pesquisa mostrou ainda que os comerciantes que optaram por promoções viram suas vendas crescer 23,4% ante aumento de 15,3% daqueles que não fizeram nenhuma ação.  “Também ficou muito nítido que o uso das redes sociais para divulgar os produtos e a flexibilidade nas formas de comercializar também foram importantes nos resultados, um aprendizado que tivemos com a pandemia e que ficará”, observou o vice-presidente da entidade.

Shoppings não registram retomada

Lojistas de shoppings da Capital e região ainda não sentiram essa retomada nas vendas. “O movimento na semana que antecedeu o Dia das Mães foi abaixo das expectativas. Só vimos uma leve melhora no sábado, com o consumidor que deixou para comprar na última hora”, informou o superintendente da Aloshopping, Alexandre Dolabella. 

Pesquisa da entidade com 70 empresas que representam 315 lojas mostrou que 81,1% tiveram queda nas vendas em relação a 2019, último ano em que o comércio de shopping de BH e região funcionou na data. O estudo revelou que, em geral, o recuo foi de 26,61% nas vendas. Para 68,1% dos pesquisados, o tíquete médio gasto diminuiu e para 31,9% melhorou.

Para Dolabella, essa não retomada nas vendas não tem a ver com medo da pandemia, uma vez que os shoppings seguem protocolos rígidos de prevenção à Covid-19. “Observamos que o consumidor está mesmo é descapitalizado, sem renda. Será preciso uma política econômica robusta e maior agilidade na vacinação para que a retomada econômica realmente aconteça”, afirmou.

Populares – Da mesma opinião compartilha Mário Valadares, proprietário do Shopping Oi, centro de compras popular na área central de Belo Horizonte. “O movimento no Shopping Oi na semana que antecedeu o Dia das Mães foi 50% menor que em um dia comum de 2019. Nosso público são as classes D e E, e essas pessoas estão usando o pouco que têm pra comer. Há muita vacância nas lojas. É necessário uma política econômica que realmente gere renda para que o cenário possa mudar”.

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