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Dólar tem leve alta de 0,18% frente ao real

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Crédito: REUTERS/Amanda Perobelli

São Paulo – O dólar fechou em leve alta ante o real ontem, num dia de cenário misto para moedas de risco e com o mercado local tentando mensurar eventuais impactos sobre a articulação política decorrentes de notícias envolvendo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

O dólar à vista subiu 0,18%, a R$ 3,8846 na venda. Na B3, o contrato mais líquido para o dólar futuro tinha ganho de 0,23%, a R$ 3,8925.

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O Intercept publicou no domingo uma série de reportagens, com base em supostos arquivos que a equipe do site diz ter recebido de uma fonte anônima, mostrando suposta colaboração entre Moro, a época juiz, e o coordenador da operação Lava Jato no Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol.

Investidores, contudo, argumentaram que o risco de impactos sobre o encaminhamento da reforma da Previdência – que está em comissão especial da Câmara – é baixo.

“É o Congresso que está tocando essa pauta com o Guedes (ministro da Economia, Paulo Guedes), não o governo”, disse um gestor em São Paulo.
Depois de cair 6% entre meados de maio e o começo de junho, o dólar esboça acomodação pouco abaixo de R$ 3,90. De forma geral, o mercado segue confiante na aprovação da reforma previdenciária e vê o real com potencial de melhor performance do que seus pares.

O Goldman Sachs passou a recomendar compra de real contra dólar australiano, citando que o “trade” é menos suscetível às intempéries externas.

“Essa estratégia se aproveita da situação idiossincrática dos dois países… e pode performar se as tensões comerciais sino-americanas escalarem ainda mais, devido à forte ligação comercial da Austrália com a China”, disse em nota Ian Tomb, estrategista macro do Goldman.

Desde 20 de maio, o real acumula ganho de 4,6% ante o dólar australiano, em termos nominais.

Ibovespa – O Ibovespa fechou em queda ontem, com o viés positivo das bolsas no exterior minado pela queda dos papéis de bancos, bem como das ações ordinárias da Petrobras após detalhamento da oferta de venda papéis da petrolífera detidos pela Caixa Econômica Federal.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,38%, a 97.452,15 pontos, segundo dados preliminares. O giro financeiro alcançava R$ 10,3 bilhões. (Reuters)

Investidores institucionais ganham espaço

São Paulo – Os investidores institucionais detêm neste ano 47,3% do volume de ofertas públicas de ações colocadas no mercado. É a maior parcela desde 2014, de acordo com os dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Entre janeiro e maio, as operações de renda variável movimentaram R$ 8 bilhões, contra R$ 6,9 bilhões no mesmo período do ano passado.

“O crescimento das ações nas carteiras dos fundos de investimento tem estimulado esse avanço. É mais um reflexo da busca dos gestores por ativos que possam oferecer maiores rentabilidades, diante dos juros em patamares baixos”, afirma o vice-presidente da Anbima, José Eduardo Laloni.

Nos primeiros cinco meses de 2018, os investidores institucionais (que, além dos fundos, englobam governo, instituições públicas e privadas) detinham 28,1% dos papéis de renda variável ante 63,6% de participação dos estrangeiros.

No ano, até maio, as empresas brasileiras movimentaram R$ 134,1 bilhões no mercado de capitais (incluindo operações locais e internacionais), o que representa queda de 3% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, quando o volume chegou a R$ 138,1 bilhões. Além das ações, as debêntures se destacaram no período, com R$ 52,7 bilhões em emissões (contra R$ 59,8 bilhões entre janeiro e maio de 2018).

Entre as demais operações de renda fixa, os CRAs (Certificados de Recebíveis de Agronegócio) avançaram 174%, de R$ 1,9 bilhão nos primeiros cinco meses do ano passado, para R$ 5,1 bilhões em 2019. As emissões de letras financeiras cresceram 51%, para R$ 6,1 bilhões. Já os fundos imobiliários, híbridos entre renda fixa e variável, seguem em expansão, passando de R$ 6,1 bilhões entre janeiro e maio do ano passado, para R$ 9,7 bilhões.

No mercado externo, as operações das companhias brasileiras somaram US$ 10,7 bilhões (R$ 41 bilhões) nos primeiros cinco meses do ano, sendo US$ 10,4 bilhões (R$ 39,9 bilhões) em emissões de renda fixa e US$ 300 milhões (R$ 1,2 bilhão) em renda variável. O total ficou 17% abaixo do verificado no mesmo período de 2018, quando chegou a US$ 12,9 bilhões (R$ 42,2 bilhões). (Com informações da Anbima)

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