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Endividamento sobe e alcança 75,9% dos belo-horizontinos

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dívida cartões
Crédito: Marcos Santos/USP Imagens

O endividamento familiar aumentou 5 pontos percentuais em novembro na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a 75,9% da população belo-horizontina. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de Belo Horizonte, elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Já em relação a outubro (76,6%), houve queda de 0,7 ponto percentual.

A economista da Fecomércio-MG, Bárbara Guimarães, ressalta que esses números têm a ver com o uso de recursos como cartão de crédito e financiamentos, por exemplo. Isso significa, portanto, que as pessoas estão consumindo mais, apontando para um cenário mais positivo.

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“Observando de uma maneira macro, quando analisamos os dados comparando ao mesmo período de 2018, a gente vê que a economia está aquecendo, está indo para um bom caminho”, diz ela.

Embora os números mostrem uma leve queda do endividamento em novembro em relação a outubro, evidenciando, portanto, um consumo um pouco menor, Bárbara afirma que é natural haver essas oscilações. “A economia ainda não teve uma retomada brusca”, pondera ela.

Fim de ano – Ao mesmo tempo em que o número de endividados cresceu, também foi verificada uma leve alta no número de inadimplentes. De acordo com os dados da pesquisa, enquanto em outubro o índice chegou a 29,6%, em novembro passou para 31,2%, incremento de 1,6 ponto percentual.

O período de fim de ano tem sua parcela de responsabilidade em relação a esses números, de acordo com a economista da Fecomércio-MG. “Isso é algo comum de acontecer. O fim do ano mexe com os sentimentos das pessoas. Todo mundo quer presentear, há confraternização no trabalho, na família, entre amigos, o que acaba fazendo com que as pessoas gastem muito”, diz ela.




Além disso, existe também a questão do desemprego, conforme frisa Bárbara Guimarães. “O índice de desemprego ainda é alto, acaba restringindo o orçamento familiar, dificultando o pagamento das obrigações”, ressalta.

Já o número de consumidores que não terão condições de quitar suas dívidas, por sua vez, atingiu 14,9% em novembro, o que representa um crescimento de 1,4 ponto percentual em relação a outubro.

Pagamento – Quando o assunto são as formas de pagamento mais utilizadas pelos moradores da Capital, quem lidera é o cartão de crédito, sendo que 86% dos consumidores o utilizaram em novembro. Os números, aliás, são maiores do que os verificados no mesmo período do ano passado, quando 75,6% das pessoas usaram o recurso.

Outras formas de endividamento que tiveram destaque no mês passado foram o financiamento de carro (14,3%), os carnês (12,4%), o financiamento imobiliário (10%), o crédito consignado (9,1%) e o cheque especial (8,6%).

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