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Economia

Estados mais ricos levarão maior fatia do FGTS

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Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

São Paulo – A população dos estados mais ricos do Brasil vai ficar com uma fatia maior do volume de recursos que serão liberados do FGTS (Fundo de Garantida do Tempo de Serviço), segundo dados da Caixa Econômica Federal e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As informações foram apresentadas a jornalistas ontem pelo secretário de política econômica, Adolfo Sachsida, em evento sobre cenários macroeconômicos promovido pelo banco BTG Pactual, em São Paulo.

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Segundo o levantamento, enquanto no recorte de todo o Brasil o percentual da população afetada será de 46,3%, nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul essa porcentagem será superior à média, chegando a 62,3%, 61,5%, 55,7% e 53,5%, respectivamente.

Só o estado de São Paulo receberá 38,9% do total. Serão R$ 15,5 bilhões dos R$ 39,8 bilhões previstos para serem liberados com o pagamento dos R$ 500 do FGTS. Também serão beneficiadas as populações do Rio de Janeiro (52,7%), Minas Gerais (48,7%), Espírito Santo (49,9%), Goiás (49,5%), Mato Grosso (52,5%) e Mato Grosso do Sul (51,3%).

Os habitantes de estados do Norte e Nordeste vão ficar com parcelas menores: Maranhão (20,4%), Piauí (24,5%) e Pará (24,7%). Esses três estados somados vão receber o equivalente a 10% do que será pago aos habitantes de São Paulo.

Essas diferenças refletem as disparidades regionais no mercado trabalho e na composição de ocupações no núcleo familiar. Os estados de Bahia e Santa Catarina, por exemplo, têm, cada um, cerca de 4, 5 milhões de trabalhadores e vão receber quantias similares, R$ 1,5 bilhão e R$ 1,8 bilhão, respectivamente.

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Ocorre que 31,2% da população da Bahia será beneficiada, enquanto em Santa Catarina a parcela sobe para 61,5% da população. O estado sulista tem menor taxa de informalidade do País, pouco mais de 19%. Na Bahia, quase metade não tem carteira assinada.
Durante o evento, Sachsida disse que R$ 500 podem parecer pouco à primeira vista, mas que, no conjunto, terão força sobre a capacidade de consumo e vão atuar como indutor do crescimento. (Folhapress)

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