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Economia

Faturamento da indústria sobe 11,5% em maio

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Crédito: Ricardo Moraes/Reuters

São Paulo – A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulgou ontem a nova edição da pesquisa do Índice, com os dados projetados do faturamento e emprego no setor em maio. O destaque da edição é o crescimento no faturamento da indústria de materiais de construção em relação a maio de 2018, quando o País enfrentou a greve dos caminhoneiros.

Com alta de 11,5% no faturamento frente ao mesmo mês no ano anterior, mas com queda de 1,0% em relação a abril de 2019, o resultado observado reflete o mau desempenho do setor em maio de 2018, quando o País enfrentou grandes contingenciamentos com a greve dos caminhoneiros. O atual estudo aponta um cenário de crescimento no ano até aqui. Analisado o resultado no acumulado dos meses de 2019, comparado a igual período de 2018, a indústria de materiais de construção apresenta variação positiva de 2,4%, enquanto o resultado acumulado dos últimos 12 meses aponta alta de 1,8%.

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Quanto às vagas de emprego no setor, o resultado observado em 2019 segue estável e positivo. Ainda que, em comparação ao mês anterior, não haja crescimento na oferta das vagas, o resultado é 0,6% superior ao observado em maio de 2018. A conjuntura indicada pela nova edição do índice é de crescimento de 0,6% nas contratações do setor no acumulado do ano até aqui e alta de 1,6% analisados os últimos 12 meses.

Para o presidente da Abramat, Rodrigo Navarro, a atual edição do índice, somada ao resultado do estudo anterior, sinaliza uma possível demonstração de retomada no ritmo da economia.

“Em linha com os dados de crescimento do emprego formal e de arrecadação tributária, o setor observa resultados melhores no segundo trimestre deste ano. Confirmando resultados como estes, diferentemente do observado no primeiro trimestre, a economia estaria passando por um momento de inflexão. De qualquer forma, continuaremos com nossos esforços, nos mais diferentes fóruns, de contribuição por meio de diagnósticos precisos e propostas concretas junto a todos os nossos interlocutores, para que o setor consiga alcançar um crescimento sustentável, ainda que sujeito à influência de muitas externalidades”, observa Navarro.

Ainda que obras públicas de habitação e infraestrutura não tenham sido retomadas pelo novo governo, a indústria de materiais de construção segue sendo beneficiada pelas vendas ao varejo. As pequenas reformas residenciais e comerciais acabam trazendo fôlego ao setor, o que pode ser reforçado nos próximos meses com o andamento de pautas importantes. (Com informações da Abramat).

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