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Inflação em Belo Horizonte registra alta de 0,27% em maio

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Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A inflação em Belo Horizonte, no mês de maio, registrou alta de 0,27% na relação com abril. Entre os principais itens a impactar o índice esteve a gasolina, que subiu 1,96%. O combustível tem importante peso no indicador devido à representatividade no orçamento das famílias. Os dados foram divulgados ontem pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais, ligada à Universidade Federal de Minas Gerais (Ipead/UFMG).

Levando-se em conta a alta da inflação em maio, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiu 2,36% no acumulado do ano. Em igual período de 2018, o indicador estava em 1,4%, mas ainda não havia o impacto da greve dos caminhoneiros, que pressionou os preços para cima. No acumulado de 12 meses, o IPCA registrou alta de 5,58%. A meta para o ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4,25%.

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Em maio, além da gasolina, também registraram alta significativa as excursões (+4,96%) e taxas de condomínios (+2,20%).

Com relação aos 11 itens agregados que compõem o indicador, os que mais contribuíram para a alta inflacionária foram vestuário e complementos (+6,63%), bebidas em bares e restaurantes (+4,43%) e encargos e manutenção (+1,01%). Por outro lado, os itens que seguraram os preços foram alimentos in natura e alimentos em restaurante, ambos com queda de 2,50%.

O IPCA mede a evolução dos gastos das famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos. O Índice de Preços ao Consumidor Restrito (IPCR), referente às famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos, apresentou, no mesmo período, variação positiva de 0,24%.

Cesta básica – O preço da cesta básica apresentou queda de 3,55% em maio, com o valor chegando a R$ 445,09, o que corresponde a 44,60% do salário mínimo. A retração ocorreu principalmente devido à redução no preço do tomate, que caiu 16,90%. Também registraram queda de preços a banana (-9,26%), feijão (-8,63%) e leite (-6,52%). Por outro lado, as maiores altas foram no preço da batata (+4,94%) e da manteiga (+1,38%).

De acordo com o Ipead, a queda no preço da cesta básica ocorre após duas altas consecutivas. Em abril, o preço da cesta alcançou R$ 461,46, sendo o maior valor da série histórica iniciada em 1994.

Juros – Também divulgada pelo Ipead, a pesquisa Taxas de juros e indicadores financeiros praticados em Belo Horizonte referente a maio mostra que a maioria das taxas médias para pessoa física teve queda. As maiores retrações foram do cartão de crédito rotativo curso normal (-5,91%) e rotativo total (-5,10%).

Já quanto às taxas de pessoa jurídica, duas das quatro tiveram queda, sendo elas antecipação de fatura do cartão de crédito (-5,22%) e capital de giro (-4,90%). A maior parte das taxas de captação teve alta, sendo a mais acentuada referente a fundo de longo prazo (+4,55%). A taxa Selic foi mantida, pela nona vez consecutiva, em 6,50% ao ano na última reunião realizada pelo Copom.

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