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Crédito: Agência Brasil

Demandas e projetos do setor industrial mineiro foram apresentados para o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional do governo federal, general Augusto Heleno, ontem, no Teatro Sesiminas, em Belo Horizonte.

Ele participou de um encontro com empresários e apresentou a palestra“Desafios para a reconstrução de um País democrático e feliz”, fazendo um balanço da política governamental e apontando soluções para os problemas enfrentados pelo Brasil – destacando a urgência da reforma da Previdência.

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O presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, apresentou as campanhas que a instituição está capitaneando, em defesa da própria reforma da Previdência e contra o Bloco K e e-Social.

“Desde que assumimos a Fiemg estamos fazendo um trabalho para a melhoria do ambiente de negócios no Estado”, afirmou. Para ele, é fundamental renovar a cultura brasileira, que é contrária ao empreendedorismo.

Segundo Roscoe, algumas empresas têm até 60% de seus empregados lotados em setores administrativos, fazendo trabalhos burocráticos.

“Vamos apoiar, de maneira incessante, o fim do Bloco K e do e-Social, que são ferramentas de controle que travam o avanço econômico do País”, pontuou.




“O governo deve ser um facilitador e não dificultar o avanço econômico”, afirmou.

Em sua palestra, o general Heleno afirmou que, para o Brasil ser feliz e próspero, é necessário que tenha distribuição de renda e igualdade social, sempre de maneira estruturada.

“O País está estagnado e para retomar o crescimento, precisamos reverter posições como a do ranking de competitividade, em que o Brasil ocupa a 59ª posição”, ressaltou.

Para o ministro, a retomada econômica não será fácil e, que para que isso aconteça, é necessário que reformas, como a da Previdência e a tributária, sejam aprovadas.

“O Brasil não sairá do buraco sem elas”, ressaltou. Ele afirmou que o investidor precisa de segurança jurídica, o que é importante para o país voltar a crescer. “Só assim teremos credibilidade perante o mundo”, pontuou.

O vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant, também participou do encontro, e segundo ele, o Brasil está em uma encruzilhada histórica, prestes a uma grande guinada.




“Isso será possível por meio da boa política e da criação de espaço de diálogo e de tolerância de ideias diferentes”, comentou.

Flávio Roscoe encerrou o evento falando sobre o pacto social do Brasil, que precisa ser revisto.

“Temos uma grande massa de brasileiros que passam por intempéries e os outros que passam em vão pelas crises”, afirmou.

Segundo o líder industrial, direitos como o da estabilidade do funcionalismo público precisam ser revistos.

“Isso gerou uma casta, que está longe dos projetos de crescimento do País”, finalizou. (Com informações da Fiemg)

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